sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
ERA SÓ O QUE FALTAVA
Um fato inusitado aconteceu quando eu residia ali na rua Machado de Assis, precisamente, por trás do Colégio Dom Bosco, agora meu novo patrocinador. Pois muito bem, quase que em frente a minha residência, residia Dedé de Heloisa, antigo funcionário do Banco de Mossoró, sogro de Seu Leonidas, antigo proprietário do Pavilhão Vitória, ali na Praça Rodolfo Fernandes (Praça do Pax) e cunhado de Leodiniz, antigo diretor do Potiguar. Bem, depois destas singelas explicações, vamos ao causo. Ele possuía uma caminhonete do tipo Fiorino, modelo 147, TF, ou seja, toda fodida, e resolveu vende-la. Colocou aviso no para-brisas VENDE-SE. Os rapazes de minha rua, ao retornar da farra, puseram com tinta branca em letras garrafais: D U V I D O ! Quando acordei, ele estava tentando apagar com querosene, kkkkkkkkk
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
CRAQUE
Nos começo dos anos setenta havia uma verdadeira febre por futebol de salão aqui em Mossoró. A cidade, em peso, ia a quadra descoberta da ACDP, aonde eram realizadas as partidas do campeonato para torcer. De certa feita, jogando uma equipe em que Márcio Bundão era integrante e detentor de um potente bicudo, na época cursando a faculdade de agronomia na antiga ESAM, e era cunhado de Filgueira do Colégio Dom Bosco, portanto, casado com Ana Lúcia Filgueira, professora de educação física, pois muito bem, numa disputa na lateral da quadra, Márcio deu um bicudo em direção da arquibancada e a bola acertou em cheio a testa do colunista Chiquinho Duarte, que não é exatamente uma figura atlética, indo este a nocaute. Após tornar, Chiquinho ao ver todos em sua volta com água, abanando-o e etc, ele exclamou: E ainda dizem que a bola só procura os craques!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
TÁ CHOVENDO?
Irreverente que só ele, Dimas Lima Lopes, instalando o som do carro do ex-vereador Benjamim Machado e este só puxando conversa. Ao tomar conhecimento de que Dimas era possuidor de uns terrenos lá em Serra do Mel, Benjamim indagou do mesmo se por lá está (no presente do indicativo) chovendo. Dimas levantou-se e dirigiu-se até a porta olhou em direção de lá e disse: Pode até estar chovendo, mas, daqui não dá pra ver, não! Benjamim não perguntou mais nada!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
AGORA A IRMÃ
Quando era secundarista, Sandra, cirurgiã dentista, esposa de Cidão Escóssia, IRMÃ de NEÍSA, costumava estudar para as avaliações juntamente com os colegas de classe, sempre na residência de algum deles. De certa feita, estavam estudando na sala de jantar, conjugada com a cozinha, de uma casa bastante avantajada, todos na maior baderna, quando de repente todos fizeram silencio ante a presença de uma senhora bastante madura que surgiu às costas de Sandra e esta, sem notar a presença da "véia" disse com bastante ênfase: Vixe, acabei de ver uma alma! A véia, certamente, pensando que aquela afirmação se referia a si, "espoletou-se" e deu uma esculhambação em Sandra, daquelas de deixar cachorro murcho!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
QUEBRAR O GALHO
Depois que comecei a contar esses "causos", sempre me aparece um amigo lembrando-me de alguma presepada minha ou de algum outro amigo. Pois muito bem, essa quem me lembrou, recentemente, foi Del "burro preto" (Josué Benevides), que é casado com Sandra da Di Ron Pop e é hoje aposentado pela antiga Estrada de Ferro. Em 1971 fomos jogar am Aracatí-CE, e após o jogo disputado com o colégio Marista, fomos a um baile em um clube local e lá chegando passamos a cortejar as "minas". De repente chegou um de nós e disse que uma moça que estava sentada não dançava com ninguém. Isso despertou logo a vaidade de todos, que logo passamos a desejar dançar com a "boçal". Todos foram chamá-la e ela recusou um a um, só restando eu, que na época era um frangote de pouco mais de 14 anos. Os colegas discutindo o porque da coisa, quando de repente eu disse que ia chamar a garota para dançar. Todos mais velhos do que eu, passaram a rir e a zombar de mim. Eu disse que ia e fui! Lá chegando, a moça com a cara mais trancada e antipática do mundo, fez com que eu quase desistisse, mas, enfrentei e convidei-a a dançar e ela recusou quase que gritando: NUM JÁ DISSE QUE NUM IA! Engoli em seco e passei a alegar para ela que havia feito uma aposta com os colegas da excursão e que ela não podia fazer isso comigo...Ela: POSSO E JÁ ESTA FEITO! Eu continuei argumentando que ela devia me fazer essa gentileza, não lhe custava nada e tal, mas mesmo diante de tamanha insistência ela não cedeu, quando então eu lhe pedi pelo menos que me fizesse um favor, eu ia explicar para os colegas que ela não podia dançar porque estava machucada e quando eu olhasse lá de nossa mesa para ela, ela sorrisse e me fizesse um aceno. Não lhe custaria nada! Após mais alguns argumentos, ela garantiu que ia quebrar meu galho!. Quando cheguei à mesa, os colegas todos me gozando e aquela balbúrdia toda, eu pedi silencio para explicar a presepada e quando me virei para ela, ela acenou toda sorridente e eu dei-lhe o dedo em riste! A gargalhada foi geral!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
VALORIZAÇÃO DO TRABALHO
O poeta Zé Lima (Coisas do Sertão - TCM) mandou consertar o som de seu "carrango" lá na eletrônica de Dimas, ex-Disco Fitas, irmão de Zé Carlos e quando o serviço foi feito Zé Lima pergunta quando custou o mesmo e Dimas responde que custou R$ 20,00 e em seguida ele, Zé Lima, pergunta se Dimas não quer receber um CD, de sua autoria, como pagamento. Dimas: Eu lá quero uma bosta dessas!! Zé Lima: Homi, quié isso, desvalorizando meu trabalho! Dimas: E você, num tá desvalorizando o meu?
NEÍSA, NOVAMENTE!
Estava em uma festa e foi apresentada por um amigo a um casal forasteiro e na conversa rolou o papo de internet quando o casal resolveu passar o seu e-mail para ela, Neísa. Disseram que era (nomes fictícios) cláudio_Juliana@hotmail.com. Ela distraída como sempre, perguntou: Como se escreve underline? Só distração, nada mais...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
PARECER TÉCNICO, JURÍDICO, CIENTÍFICO E FILOSÓFICO.
Seguinte, vinha eu de minha residência para o centro, logo bem cedinho, o rádio do carro ligado na RPC, ouvindo os aconselhamentos jurídicos do Dr. Evânio Araújo, quando uma senhora preocupada com o destino de um filho que ia se casar pela terceira vez, relatava a situação ao ilustre advogado informando que o filho já havia se casado duas vezes e que pretendia se casar pela terceira vez e que nas vezes anteriores ela, a mãe, havia doado duas casas para o filho e que nas separações anteriores teria perdido os imóveis para as ex-esposas e, que novamente iria doar uma terceira casa para o filho morar com a nova esposa e gostaria se saber a opinião dele (certamente, quanto ao resguardo do imóvel) E ele respondeu com toda a sutileza que lhe é bem peculiar: DIGA A SEU FILHO QUE TOME VERGONHA NA CARA E DEIXE DE SER BURRO! Meninos, eu "ouvi" Pense num parecer!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
IMPRESSÃO DIGITAL
Seguinte, jogo rolando e o Potiguar perdendo, quando o técnico Edinho resolve substituir um jogador, por Paloma, que é oriundo ali do Jucurí, analfa de pai e beta de mãe. A torcida fica eufórica ante a presença do centroavante Paloma em campo, o que significava pelo menos o empate. Nas arquibancadas aquela gritaria e Paloma tentando assinar a súmula para ingressar na partida e demorando, demorando, demorando...E nada. Quando de repente levanta-se Pimenta, funcionário da Montec, e grita: PALOMA, META O DEDO! A galera foi a loucura!
terça-feira, 9 de novembro de 2010
EMPOLGADO
Meu primo Roberto César me contou que quando foi batizar sua segunda filha aconteceu um fato engraçado e interessantíssimo. É que o saudoso Padre Huberto Bruennig que gostava de "se intrometer" na vida das pessoas, ao batizar as crianças queria saber o porque do nome dado as mesmas. Daí, que quando chegou a vez de meu primo, ele explicou que havia posto o nome de sua segunda filha de Suiany, porque a outra filha se chamava Suelen e ele achou que os nomes combinavam. O reverendo concordou. Logo atrás de Roberto César vinha uma figura vestida com bastante exagero (Cafonamente, digamos!) para a ocasião e bem empolgado, que ao ser indagado como era o nome do menino, respondeu em tom elevado: MAGAYVER! O padre indignado: O que significa isso? Ele, novamente bem empolgado: PROFISSÃO PERIGO! Precisa dizer algo mais?
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
SUTILEZA II
Uma moça de nome Flávia, oriunda da praia de Peixe Gordo, município de Icapuí-CE, morava em nossa casa há muitos anos atrás. Rude que só ela, coitada! Nessa época havia lá em nossa casa uma reunião de mulheres para rezar o terço em um dia da semana, à noite, e como era bastante gente, minha mãe necessitava da ajuda dela para atender as senhoras pois logo após a reza era servido um lanche. Muito agoniada sem a presença dela, mamãe gritava: FLÁVIA! FLÁVIA!... E ela não respondia. Minha mãe tornava a gritar a ela não respondia, até que de repente chega ela na sala e diz bem alto: D. LAYZINHA EU TAVA CAGANDO! Mamãe disse: Minha filha, basta dizer que estava no banheiro, não precisa dizer o que estava fazendo, não! É de lascar os tamancos!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
COISAS DE MOSSOROENSE
Em recente viagem que fizeram a França, o considerado Toinho Pitéu garantiu a Rutênio Queiroz que sabia falar em francês. Lá chegando, todos atordoados no aeroporto, Rutênio diz para Toinho conversar com as pessoas em busca de informações acerca de transporte, hotéis e outras coisas. Toinho responde, cinicamente: Eu só sei falar algumas palavras! Rutênio: Quais? Ele: Dix-huit, Dix-neuf, Vingt-un, Dix-sept e Vingt... Ah povo gaiato! (Para quem não é de Mossoró, uma vez que esse blog já atingiu o mundo inteiro, esses nomes são dos políticos desta urbe amada de todos nós, filhos de Jerônimo Rosado)
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
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