Em conversa informal lá pelo Sêbado, me contava o poeta Antonio Francisco que em uma eleição na qual o também poeta Crispiniano Neto, meu contemporâneo da fase universitária, fora candidato, acho que a vereador pelo PT, havia trabalhado muito em prol de sua eleição que, infelizmente, não aconteceu. Daí, continuou contando, que mesmo assim, continuaram a luta em favor dos menos favorecidos e de certa vez quando procuravam a residencia de alguém, lá pela Lagoa do Mato, pararam em uma casa aonde havia um menino em frente e Crispiniano com aquele seu jeito bravio e incisivo perguntou ao garoto se ele sabia onde ficava a residencia que estavam à procura. O menino olhou bem para ele e sapecou: IÚ, NEM GANHOU...!!! A gargalhada "truou". Coisas de nossa política.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
DIMINUIR A BEBIDA
Meu primo, Neto Bosteiro, sentindo alguns incômodos estomacais, desconfiou (Não sei porque) que fosse em decorrência da ingestão de bebidas alcoólicas quase que diariamente. Resolve ir ao médico e durante a consulta, o referido, observando, o resultado dos exames requeridos, aonde apresentavam taxas elevadas, disse-lhe, que deveria diminuir a bebida. Ele, imediatamente, sapecou: EU COMECEI NO LITÃO, PASSEI PARA A GARRAFA E AGORA TÔ BEBENDO NA LATINHA! QUER UMA DIMINUIÇÃO MAIOR?
quarta-feira, 23 de maio de 2012
DESTINO
Sempre acreditei em destino. Acho que já nascemos com o destino traçado, pois nada justifica certas coisas terrenas que acontecem conosco. Havia uma criança, que vou omitir o nome, que residia nas proximidades de minha residência, muito jeitoso, já aos cinco anos de idade gostava muito de brincar com bonecas e o pai, assustado, repreendia-o alegando que se ele continuasse assim iria terminar sendo viado. Tomou-lhe as bonecas e deu-lhe uma leve surra. Aos quinze anos, o garoto afeminado, resolveu mexer com cabelos e maquilagem, quando aí, foi que seu pai se irritou e asperamente lhe disse que aquilo era profissão de viado e que ele não ia permitir isso acontecer e etc. Pois muito bem, os anos passaram e aos vinte anos o garoto afetado resolveu fazer um curso no Senac de corte e costura, quando seu pai resolveu dar um basta colocando-o de casa para fora, pois não queria viado em casa e tal. Depois, a mãe, sempre protetora, conseguiu traze-lo de volta para o lar paterno. Pois bem, agora aos trinta anos, o menino é viado e num sabe fazer porra nenhuma! É o destino, costumo dizer!
terça-feira, 15 de maio de 2012
15 x 15
Contava-me Sérgio Miranda que à época em que era proprietário de um posto de combustíveis ali na rua Jeremias da Rocha, conheceu um cidadão conhecido por Cigano, que vivia de fazer biscates e era muito preocupado com o filho, que diga-se de passagem era um malandro de primeira linha, tentando arrumar de todo o jeito um emprego para esse sujeito. Pois muito bem, um dia conseguiu uma vaga numa dessas prestadoras da petrobrás, com ótimo salário, plano de saúde, sistema de trabalho 15 x 15, ou seja, trabalhando quinze dias e folgando quinze dias. Pois o sujeito, filho do Cigano teve a pachorra de sair com essa: Papai, num dá para eu começar pelos quinze dias de folga, não?
sexta-feira, 11 de maio de 2012
VISÃO PERIFÉRICA
Viajavam, há algum tempo atrás, para Fortaleza, certamente, para assistirem brigas de galos, Nelsin de Zeca e Sílvio Rebouças, num velho Gálaxi e a certa altura ficaram atrás de um caminhão baú que tinha escrito no para-choque traseiro, a frase: MANTENHA À DISTÂNCIA. De repente, numa distração, o caminhão freia e Nelsin "imbioca" em sua traseira. O caminhoneiro desce e pergunta: Mas, homi, você num viu a frase desse tamanho, no para choque... Nelsin: Amigo, eu num vi nem o caminhão...!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
FICANDO VELHO
Reclamava o amigo Hélio (manequim de botijão de gás), oficial de justiça aqui em Mossoró, da chegada impiedosa da idade. Dizia ele, que certo dia, foi ao consultório de um médico e lá chegando, constatou que todas as cadeiras da sala de espera estavam ocupadas. De repente, também observa que uma moça de aparência elogiável passou a fitá-lo. Ele disse que ficou logo pensando no que poderia aquela bela jovem querer com ele. Baixava a cabeça, disfarçava, mas, quando olhava, a moça continuava a fitá-lo. Ele já bastante ansioso, ficava meditando o que aquela jovem queria com ele, já com segundas intenções. Daí, a moça se levanta e vem em sua direção, ele suando frio! Ela chega bem perto e diz segurando em seu braço: Seu Zé, pode sentar na minha cadeira!
quinta-feira, 3 de maio de 2012
EXPEDITO DE ASSIS
Conta Expedito, que conheceu uma pessoa de nome Weber, gaúcho, quando morava em pensão, lá em Natal, muito "gabola", que só queria ser o tal. Tudo dele era o melhor. Arrumava, quase sempre, uma namorada diferente. Certa dia, ao chegar altas horas, comentava com um amigo que havia saído com uma garota, mas estava preocupado porque ela tinha achado o seu pênis pequeno. Expedito que se encontrava enrolado no lençol ouvindo a conversa, se descobriu e sapecou essa: ELA QUERIA UM PAU P´RA GOZAR OU P´RA BATER TAMBOR?
quarta-feira, 25 de abril de 2012
ZERO GRAU
Anos setenta, quando o Guarani de Sobral veio jogar aqui nesta cidade de Mossoró e o jogador mais destacado do elenco era o Tangerina. Ao ser entrevistado, o repórter sabendo de sua possível transferência para o sul do país queria saber como seria sua adaptação por lá, pois aqui no nordeste a temperatura gira em torno de 39º e lá a temperatura atingia 0º. E ele, sapientemente, sapecou: Não vai haver problemas, pois zero grau é o ideal, pois nem é quente e nem é frio! Vocês já pensaram num negócio desses?
segunda-feira, 23 de abril de 2012
MICO, RATA, FORA...
Difícil de acreditar, mas, essa ninguém me contou, eu assisti na TV a cabo. A bela, competente e invejada Lília Martins entrevistava a cantora de forró da Banda Aviões do Forró, Solange (bem antes da repaginada) e fez a seguinte afirmação: Aqui está uma prova viva de que p´ra se cantar forró não precisa ser bonita! Pode um fora desses?
sexta-feira, 20 de abril de 2012
INDAGAÇÃO
Grande amigo de Ney Morais, Unaldo Xavier que trabalhou com Ciro Godeskardo em F. Souto, de certa feita saiu com a esposa, na agradável companhia de Ney, para farrear, que é o que gente jovem gosta. Ao retornarem, todos alegre e, claro, bêbados, na subida para o apartamento, Ney falando muito alto, foi advertido por Unaldo: Ney, fale baixo que aqui só mora família! Ele: POIS DIGA, E COMO É VOCÊS MORAM AQUI?
quinta-feira, 19 de abril de 2012
MAIS UMA DO POLEGADA
Conta Expedito de Assis, artista multifacetado e grande amigo de Polegada, que há anos atrás, vinham passando em frente a um bar no meretrício, quando uma prostituta se referindo a um vale que Polegada havia feito e não pagou, aos berros, gritou: Ei, Polegada, aqui tem um negócio que você deixou! Ele, tranquilamente: Num quero mais não! Pode ficar pra você!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
NECESSÁRIO PARA ADMISSÃO
Nos anos setenta, Polegada foi a um desses bancos particulares, aonde todos os funcionários eram apadrinhados, juntamente com seu saudoso irmão Mário Paula. Enquanto estavam na fila, Mário vê a primeira funcionária passar e nota que a mesma tem a bunda avantajada. Logo depois passa a segunda com o mesmo atributo, logo em seguida a terceira e quarta também com seus traseiros vistosos. Daí, ele sai com essa, falando bem alto: ESPERE, E PRA TRABALHAR NESSE BANCO TEM QUE TER A BUNDA GRANDE? Todos caem na gargalhada!
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
PIGARRO
Já no final de sua carreira política o deputado Vingt Rosado possuía um pigarro muito acentuado em virtude, certamente, do tabagismo. Daí, quando estava a discursar, para sua melhor segurança física, segurava com as duas mãos no palanque e um assessor lhe segurava o microfone. Sabedor deste pigarro, o assessor que segurava-lhe o microfone ficava atento para quando o deputado ameaçasse pigarrear, tirar o microfone de frente de sua boca e retornar após o pigarro. Pois muito bem, quando o deputado pigarreou o assessor tirou o microfone de sua frente e quando retornou imediatamente, o deputado Vingt disse em voz alta: ÁGUA! A galera "estourou".
quinta-feira, 22 de março de 2012
VELÓRIO
Fato inusitado ocorreu no velório de José Leite, de tradicional família mossoroense, que residia ali por trás da AABB. Espirituoso que só ele, Mário Paula, irmão do famoso Polegada, se encontrava no referido velório. Muito choro, lamentações e etc. Quando chega a hora do sepultamento, que é a hora mais crucial de um velório, aumenta a agonia dos entes queridos, quando de repente uma de suas parentes, aos prantos, diz: Hoje é você, amanhã sou eu... Todos saem e Mário permanece sentado aonde estava, eis que alguém lhe pergunta se não vai acompanhar o falecido até o cemitério e ele responde de pronto: Eu num vou ficar pra lá e pra cá, não... Vou esperar o dela! Diz apontando para a parenta que pronunciara o lamento final.
sexta-feira, 9 de março de 2012
BATERIA DE EXAMES
O intelectual Jaime Hipólito Dantas, o qual tive o privilégio de ser seu aluno na faculdade de direito, em conversas com amigos sempre preocupados com a saúde e comentando sobre os resultados dos exames realizados em Natal, Fortaleza e outras cidade, dizia: Só faço exames aqui em Mossoró... Não dá nada!
quarta-feira, 7 de março de 2012
NERVOSO
Já falei aqui que não desejo espezinhar, denegrir ou macular a imagem de quem quer que seja. Todavia, já dizia Pe. Sátiro, no meu tempo de Diocesano, que: Quem não quer ser notícia, não seja fato! Portanto, o que desejo aqui é tirar humor de onde já existe. Vamos lá, na campanha política de 1968, aqui em Mossoró, quando Antonio Rodrigues de Carvalho, o Capim, venceu o intelectual Vingt-un Rosado, o Touro, por um número bem insignificante de votos, não precisa nem dizer foi uma campanha muito acirrada, pois naquela época as pessoas eram ainda mais apaixonadas por política do que hoje. Ali na av. Dix-sept Rosado, residiam vizinhos, Juarez, Chiquinca, Sebastião Vasconcelos e Ulisses Duarte. Durante a campanha houve muitas discussões entre Chiquinca, que era muito exacerbado e os demais. Exatamente, por essa paixão nutrida pelo Capim, Chiquinca prometeu a Juarez que se fosse vitorioso, soltaria uma grande bomba em frente a sua casa e, Juarez disse que se ele se atravesse e soltasse, matava-o. Pois, quando vitorioso, Chiquinca se encontrava agachado em frente à sua residencia e não na de Juarez preparando a bomba sob os protesto de sua esposa, quando foi alvejado por trás e ali mesmo faleceu. Nesse momento, se encontrava também na calçada de sua residencia, vizinha a do acontecimento, Sebastião Vasconcelos que ao ouvir os disparos, botou a mão no peito e gritou: ULISSES, ME MATARAM... Ulisses correu e disse: SEBASTIÃO, DEIXE DE SER BESTA, OS TIROS FORAM EM CHIQUINCA!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
HIPNOSE
Quem não se lembra da saudosa figura de João Fernandes, proprietário do Armazém Potiguar, ali nas proximidades do mercado central. Uma verdadeira figura. Era um contumaz farrista, beberrão inveterado. Quando estava embriagado tinha uma mania de fingir que hipnotizava as pessoas. A esposa ficava uma fera quando ele chegava em casa completamente embriagado. Ela esculhambava-o, só não chamava-o de carne assada, como diz o ditado, e ele nem aí. Certo dia, ao chegar naquelas condições etílicas, ao ser avistado pela esposa, esta já começa a esculhamba-lo, imediatamente e, ele como sempre falando: VIXE, VIXE, VIXE, vou lhe hipnotizar, lhe hipnotizar, hipnotizar. E a esposa descendo o meião. E ele afirmando que ia hipnotiza-la: VIXE, VIXE, VIXE... Aí, saiu com essa: Ô BICHO DIFÍCIL DE SE HIPNOTIZAR É ESSA TAL DE ONÇA!
domingo, 26 de fevereiro de 2012
FREI DAMIÃO
Todos os seus contemporâneos conheciam sua verve hilária e contagiante, assim era D. Vanda Gondim, esposa de Damião Germano, pais de Rutênio e Tereza Glícia, proprietários da Queiroz & Filhos. Os contemporâneos também conheciam as presepadas e as escapadelas de Damião. Combinados que iriam à casa de praia, leia-se Tibau, no sábado pela manhã, bem cedo, D. Vanda percebeu que Damião não havia sequer chegado da farra do dia anterior. Sem ter o que fazer, ficou à espera do esposo, debruçada na balaustrada de sua residência localizada à av. Alberto Maranhão, onde hoje funciona a Vara da Fazenda Pública de Mossoró. Neste mesmo dia, haveria uma passeada do beato Frei Damião por aquela artéria, momento em que passa uma senhora conhecida e pergunta a ela, D. Vanda: Mulher, tá esperando Frei Damião? Ao que ela respondeu de chofre: Não, mulher, tô esperando Damião Sem "Frei"...
sábado, 25 de fevereiro de 2012
O PATRONO DO EXÉRCITO BRASILEIRO
Havia, na Mossoró dos anos sessenta, um estabelecimento comercial localizado na Praça Rodolfo Fernandes, exatamente, aonde hoje funciona o Armazém Narciso, denominado Armazém Caxias e que numa propaganda radiofônica bastante conhecida na cidade, dizia esta que o referido estabelecimento era: O GIGANTE DA RODOLFO FERNANDES! Pois muito bem, na turma do Tiro de Guerra 188, de 1973, em que servia meu irmão Cavalcanti, Roberto Linconl, Ciro Pinheiro, dentre outros, aprontava-se muitas peripécias para cima dos colegas e, havia um colega, o de número 100, que era um verdadeiro trapalhão e, de certa feita na sala de instrução do TG-188, o sargento Melo notou que o 100 estava dormindo na cadeira e de supetão lhe pergunta aos berros: CEM! QUEM FOI CAXIAS? Roberto Linconl Miranda, a seu lado, sopra baixinho: O gigante da Rodolfo Fernandes! E ele, sonolento e todo atarantado, enche o peito e grita: O GIGANTE DA RODOLFO FERNANDES, sargento! A turma veio abaixo na risadagem!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
PARTIDOS POLÍTICOS
A propósito do carnaval de Tibau deste ano, me liga Gileno Escóssia lá de Natal e comentando como será o carnaval a ser realizado naquela cidade praia me pergunta se vou para o ARENA e eu lhe digo que não posso, pois sou MDB. Ele cai na risada...
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
ÚTIL AO AGRADÁVEL
Desde os tempos remotos que o homem tem a fantasia de transar com duas mulheres ao mesmo tempo e eu acho que elas deveriam concordar com essa condição, pois quando o homem fosse dormir, elas tinham com quem conversar, não?
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
INVEJA
O saudoso Ari Leite, filho de Sabino Leite da fundição que funcionava ali na paraíba (bairro), costumava ir ao Bate Papo, de Junior Eufrásio, também de saudosa memória, para um happy hour "infestado" e, por lá permanecia até encher a tampa, como era muito de seu feitio. Pois muito bem, certo dia, ao sentar-se, percebeu que uma distinta lhe dava mole, olhando muito para ele ao mesmo tempo em que se insinuava numa clara demonstração de que queria "coisa". Daí, Ari olhou para trás para se certificar de que era com ele mesmo e ciente de que a paquera era realmente com ele, chamou a respectiva à sua mesa e juntos passaram a arroxar no Campari, mesmo advertido pelos garçons de que se tratava de um travesti e ainda por cima que, ele Ari, estava liso e não podia estar pagando bebida para ninguém. Revoltado e empolgado ao mesmo tempo, voltou-se contra os garçons e disse: Vocês estão é com inveja!... Pois muito bem, terminada a noitada, assinou o vale e rapidamente se dirigiu ao seu AP (se é que se podia chamar assim). Não dando tempo para nada retorna Ari, aborrecido, senta-se e pedi outro campari no instante em que é indagado sobre o que acontecera. Enfaticamente, responde, decepcionado: Homi, a dele era muito maior do que a minha... Bem que vocês disseram...
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
NÃO ERA O DIA CERTO
Mais ou menos no início dos anos quarenta, quando o Banco de Mossoró inaugurou o primeiro arranha céu de Mossoró, havia um vendedor de loteria chamado Chico Brás, que vestia-se, invariavelmente, de terno, chapéu de massa e pasta de couro na mão. De certa feita, adentrou na sala da gerência do banco referido e saudou solenemente seu gerente, que àquela época era Henrique Maciel de Lima, o popular Henrique Lima: Bom dia, seu Henrique, como posso ser-lhe útil? Resposta: Se retirando, imediatamente! Vixe...!!!
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
QUAL REGIME
O poeta Antonio Francisco se encontrava na penitenciária Mário Negócio para uma de suas apresentações e no auditório, uma assistente social separava os apenados por regime de cumprimento da pena, quando de repente se dirige a ele e pergunta: Você é do aberto ou do semi aberto? Ele, indignado, responde com ignorância: SOU DA SÃO CAMILO DE LÉLIS... (Hospital psiquiátrico).
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