terça-feira, 5 de abril de 2011

LÁ VEM AS ESCÓSSIAS, NOVAMENTE!

Minha prima Florina me contou que há algum tempo atrás tinha que ir a uma festa e não tinha dinheiro para ir buscar os vestidos na costureira, dela e de Valéria, sua irmã. Como era uma sexta-feira, ela sugeriu a Valéria que fossem apanhar os vestidos no dia seguinte, um sábado, e que ela passaria um cheque "sem fundos" e na segunda-feira cobririam. Tudo combinado, no sábado foram à costureira e lá chegando, ela que nunca havia usado desse artifício, estava um pouco nervosa e ao receber os vestidos, Valéria virou-se para ela e lhe disse: Florina, passe o cheque sem fundos! E ela ficou paralisada de vergonha e Valéria insistia: Vamos, mulher, passe logo esse cheque sem fundos... A costureira, certamente, pensando que era brincadeira, se acabava de rir. Ai, Florina passou logo o tal cheque e correu para o carro se acabando de rir e Valéria nem se tocava, de lesada que é!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

NOVAMENTE POLEGADA

O cidadão de bem Polegada, se encontrava em sua residência, deitado numa "baladeira", de ressaca, quando um pedinte bate à sua porta à procura de alguma esmola e ele, Polegada, sem sequer poder se levantar, nem dá ouvidos ao pedinte. Entretanto, dado a insistência do pedinte, ele resolve indagar do que se trata. Ele: O que é? O pedinte: É uma esmola! Ele: Bote por debaixo da porta, que depois eu vou buscar!

domingo, 3 de abril de 2011

GRAU DE INSTRUÇÃO

Nos anos setenta havia um bar denominado de Wisquizito, de propriedade de João, que se localizava em frente ao Hospital Wilson Rosado, sendo muito bem freqüentado pela boemia desta cidade de Mossoró. Dentre estes, havia a figura lendária de Polegada, irmão da cronista social daqueles tempos, Ivonete di Paula. Pois muito bem, numa sexta feira eles foram até altas horas e mesmo João tendo mandado todos embora e fechado o bar, todos ficaram fazendo baderna no meio da rua e alguém resolveu chamar a policia para acabar com aquela algazarra. Quando a polícia, naquela época denominada de Rádio Patrulha, em um fusquinha preto e branco, chegou ao local, os policiais foram logo descendo e gritando: POLÍCIA! Quando, com um pulo com um giro de 180 graus, Polegada se vira e diz: Bem feito, quem mandou num estudar! Podia ser um médico, um engenheiro, um advogado... Foram todos em cana!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

IRREVERENTES

Como não tenho a pretensão da exclusividade, não obstante achar que nem todos tem o acesso a alfarrábios, compêndios, periódicos e revistas, me sinto no dever de repassar esse causo que recentemente foi publicado em uma revista renomada da cidade. Pois muito bem, o poeta Crispiniano Neto está trabalhando para reeditar um livro do poeta Luiz Campos e este ansioso, resolveu lhe telefonar para saber como estavam os trabalhos e quando seria o seu relançamento. Assim deu-se o diálogo ao telefone. Luiz Campos: Crispim, esse livro vai sair antes de eu morrer? Crispiniano: Eu num sei quando você vai morrer! São nossos improvisadores e repentistas.

terça-feira, 29 de março de 2011

TUDO CERTO!

Anos setenta, nos veraneios de Tibau, havia todos os dias, as famosas tertúlias nas casas de famílias (família naquele tempo era só quem era rico) e à noitinha ficávamos todos apreensivos para saber aonde ia ser a daquele dia, esperando ali nos degraus do Brisa del Mar, de Leonardo. Daí, que um certo dia ficamos sabendo que ia ser na casa de uma determinada pessoa e até às 20:00 hs, ainda não havia ainda a confirmação quando, então, Térbio, com alguém que estava de motocicleta, se dispôs a ir in loco, saber se ia ou não haver a tertúlia. Passado algum tempo, chega Térbio e em ar solene, ante as indagações dos presentes (vai haver ou não), sai com essa: TUDO CERTO, NÃO VAI HAVER MAIS NÃO! A risada foi geral, mesmo com a decepção da noite!

sexta-feira, 25 de março de 2011

BOLA DE PLÁSTICO

Já falei aqui numa moça, chamada Neta, que há algum tempo atrás foi babá de meu filho mais novo, Arturzinho. Ela era extremamente engraçada e atrapalhada. Numa dessas festas de Santa Luzia, quando ainda era ali na avenida Dix-sept Rosado, todos os dias ela levava meu filho para ver as coisas da festa e para passear nos brinquedos dos parques de diversões que havia nas cercanias da referida comemoração religiosa. Daí, que tanto ela como Arturzinho gostavam muito dos brinquedos dos parques e como eles iam todos os dias, eu tinha que racionar o dinheiro para não faltar. Pois muito bem, eles iam passando em frente a uma banca de brinquedos e Arturzinho se engraçou com uma daquelas bolas de borracha, bem grandes e, ela não querendo voltar para casa tão cedo, já que comprando a bola gastariam boa parte do dinheiro que dispunham, tentava por todos os meios dissuadi-lo da compra e por último, sem ter mais como convence-lo e sem pensar que ela estava denegrindo a mercadoria do vendedor, saiu com essa: Meu filho, num queira isso não, qualquer "peido" fura uma bola dessas! O vendedor, num misto de chateação e de pilhéria, disse em alto e bom tom: POIS SOLTE UM PEIDO AI, PRA VER SE ELA FURA!

quinta-feira, 24 de março de 2011

ORA, BOLAS!

Agora no carnaval, estivemos, eu e minha jovem esposa, com uns amigos na praia de Peixe Gordo, município de Icapuí-CE, e lá estava uma balzaquiana de uns quarenta e pouco anos, com um corpinho não muito escultural, bunda de elefante, que ao nos ver, já achou muita dissiparidade entre eu e minha mulher. Daquele tipo que não se conforma com as coisas diferentes, foi logo perguntando a ela, minha esposa, quantos anos havia de diferença entre nós e descendo a lenha, que eu era muito velho para ela e que se fosse com ela, ela não me queria e etc. Minha esposa indignada com a atitude da recém amiga, veio logo comentar comigo, que de pronto já saí com essa: Que bom, então, não vai haver problemas entre eu e ela, pois também "num quero ela, não" ! Logo eu, que detenho um aguçado controle de qualidade!

domingo, 20 de março de 2011

EXPERIÊNCIA CARNAVALESCA

No carnaval deste ano, como venho sempre fazendo, vou para algum lugar que não tenha muito movimento carnavalesco, pois acho que já não faz mais sentido brincar carnaval. Pois muito bem, minha companheira Verusca, que tem vinte e nove anos a menos do que eu, sempre fica reclamando que não é porque eu não goste mais de carnaval, que ela não vá gostar. Dizia, ela argumentando, que gostaria de muito de brincar um carnaval, pois não sabia sequer como era, queria ter essa experiência e etc. Eu lhe falei de pronto: OLHE, VÁ POR MIM, EU JÁ BRINQUEI E SEI COMO É! NUM PRESTA NÃO! Ela, sem alternativa, apenas sorriu e se conformou.

quarta-feira, 16 de março de 2011

TRANQÜILO E SEM PROBLEMAS

Nos veraneios na praia de Tibau, minha geração e as gerações adjacentes, anteriores e posteriores, tomaram os primeiros pileques, que sempre eram acompanhados de grandes "resenhas". Início dos anos setenta, deu-se um fato inusitado na casa de Dr. Lauro Escóssia Filho, que obviamente, não se encontrava naquela residência de praia. O saudoso Adolfo, irmão de Olavo Filho, hoje renomado advogado em Natal, ambos filhos do não menos saudoso juiz de direito de Mossoró daquela época, Dr. Olavo Maia, era por demais presepeiro, gostava de pregar peça em todos. Certa noite tomou um porre daqueles de juntar meninos e ao chegar em casa, quase em coma alcoólica, deitaram-no em sua cama e logo após tiveram a idéia de uma "revanche". Colocaram-lhe de bruços, tiram-lhe o calção e untaram-lhe a bunda toda com a clara de um ovo de galinha, para que quando acordasse ficasse imaginando coisas. Ele, tranqüilo, acordou, sentiu aquele melado em sua nádega, passou a mão, olhou, todo mundo rindo ao seu redor, dizendo que ele havia sido seviciado, e saiu com essa: EITA, COMERAM MEU CÚ, MAS, BÊBADO, VALE MUITO! E correu para o mar, para se lavar...

PUXOU O PAI

Cavalcanti Neto, meu irmão, herdou um pouco da personalidade de nosso pai. Generoso, culto, mas, bruto de morrer "enganchado". Diz, ele, que netos é melhor do que filhos, pois passam menos tempo na casa da gente! Só que o feitiço caiu sobre o feiticeiro, pois sua casa é repleta de netos...

quarta-feira, 9 de março de 2011

AGORA DEU

Tenho um amigo que é muito descansado, adora estar deitado numa rede e que se chama César. Sempre foi muito criticado por adotar esta postura, mas, sempre me diz que não é padeiro para acordar cedo e se não tiver o que fazer, procura logo a rede. De condição financeira razoável, desperta a atenção dos vizinhos e conhecidos. Pois bem, outro dia se encontrava deitado numa rede e um cunhado se aproxima e lhe diz na cara: A preguiça é um dos sete pecados capitais! Ele, preguiçosamente, responde: A INVEJA TAMBÉM!

domingo, 6 de março de 2011

FALTA DO QUE FAZER

Nos carnavais monumentais, que a ACDP realizava nos anos setenta, éramos muito jovens, ainda não bebíamos e nem tampouco conseguíamos arrumar namoradas, então, sem ter o que fazer, já sabe, né? Mente desocupada é morada do demônio. Ficávamos aprontando com tudo e com todos. Nossas presepadas favoritas eram roubar as doses das mesas para derramar e botar gelo nos bolsos das bermudas dos foliões embriagados. Os alvos preferidos eram, Zé Serafim, Deca Fernandes, Hugo Pinto, Tomislav, Rafeal Bruno e outros tantos! Nos divertíamos a valer, bons tempos!

quarta-feira, 2 de março de 2011

O BALMASQUET QUE TAVA FALTANDO

Vi em um blog desses da vida, que o conhecido Pelado e sua digníssima esposa Luzia, lá da Picada 1ª, na saída para a vizinha cidade de Gov. Dix-sept Rosado, estão realizando mais um carnaval fora de época. Esse denominado de "CARNAPICA"! Pode uma coisa dessas?

terça-feira, 1 de março de 2011

SEM USO

O barbeiro, como ele faz questão de ser intitulado, Zé Lucas, e grande violonista que atende ali no Centro Comercial do Abolição II, vizinho ao Bar do finado Albino, outro dia, encontra-se com um amigo que tem um jeito um tanto quanto delicado e este ao ver sua esposa lhe disse: Zé , sua esposa tá muito acabada, veja a minha...Novinha! Zé Lucas responde: Você num usa a sua, só pode tá conservada!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

E PRA DEPOIS?

Estávamos, eu, Marlus e mais algumas pessoas em um barzinho localizado na Ilha de Santa Luzia, quando de repente chega um bêbado conhecido e pede para Marlus lhe pagar uma dose de cachaça e ele presepeiro, por índole, diz que paga um copo cheio de cachaça, para ele beber de um só gole. E Marlus fica insistindo, insistindo e o bêbado olhando para o copo cheio, pensando, pensando, quando de repente vira para Marlus e diz: Mas, depois você paga a dose, tá certo? E Marlus pagou, só de ruim...

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

LÁ VEM ELE NOVAMENTE

Certa vez, Frank Dantas Rosado, estava lá na eletrônica de Dimas e Benjamin Machado também se encontrava presente. Benjamin, querendo "puxar" conversa e sabendo que Dimas possuía ou possui um terreno lá na Serra do Mel, "tascou" a pergunta: Dimas, tá chovendo lá na Serra? Dimas levantou-se da cadeira, foi lá fora, na rua olhou, olhou e voltou com essa: Rapaz, pode até estar, mas num tá dando pra ver daqui não! Benjamin não falou mais!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

HOMEM BRUTO

Num dia de domingo desses da vida, quando garoto, estava em casa só eu e meu pai e o telefone tocava insistentemente. Ele num atendia nem a pau, pois detestava falar ao telefone (naquele tempo, só convencional)! E eu estava deitado no meu quarto sem o conhecimento dele. De repente, ele levanta-se da cadeira com ódio, atende o telefone e diz: NUM TÁ VENDO QUE AQUI NUM TEM NINGUÉM, NÃO? Eu não me aguentei e corri para onde ele estava e nós dois caímos na risada. Saudades do meu papai!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

PENSE NUMA ONDA

Meu saudoso primo Escossinha, que já se encontra no andar de cima, afirmou uma certa vez que teve a certeza de que estava ficando velho, quando saiu com uma jovem e na hora do bem bom, ou seja, do orgasmo, a garota gritava: AI, SEU ZÉ, AI, SEU ZÉ...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PRIQUITINHO

Nos início dos anos setenta, deu-se este episódio. O filho de Zé de Abraão (José Odilon Pereira), o considerado Priquitinho (José Odilon Pereira Júnior) chegou em casa, tarde da noite, embriagado. Tinha na época pouco mais de 14 anos. Seu pai se encontrava na porta, esperando-o e ao vê-lo chegar, foi logo perguntado rudemente: Tava aonde, cabra safado? Priquinto: Tava transando, papai! Zé de Abraão: Você é muito transatlântico!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

HOJE É O DIA DO ANIVERSÁRIO DO MEU PAI!

* Hoje (16.02), peço licença a meus minguados leitores para fazer uma singela homenagem-lembrança no dia de seu aniversário. Desculpem-me!

DEZ ANOS DE SAUDADE DO MEU PAI

Dez anos se passaram e nada mudou nessa eterna saudade, a dor da ausência continua a mesma, como se você não tivesse partido. A lembrança que você nos legou continua viva em nossos corações e tenho plena convicção que nunca morrerá. Lembro-me de sua candura e rudeza, que em total contra-senso, conviviam harmoniosamente. Pai, fico a imaginar como seria bom que você ainda estivesse conosco nos passando sua sabedoria e humildade. Às vezes imagino que o meu insucesso financeiro tenha origem na sua humildade, cuja característica me espelhei, mas, por outro lado, a sua sabedoria em passar o exemplo da retidão, justiça e lealdade foi mais eficaz. Hoje sinto que até seus defeitos me ensinaram muita coisa. Você detestava fofoca, intriga e mesquinharias sociais, para você tudo deveria ter um objetivo grandioso, o tempo não deveria ser desperdiçado com futricas e mazelas sociais. Agora em outra áurea, passado a revolta da injustificável perda, volto à esperança de revê-lo em outra dimensão. Tenho certeza de que a primeira frase que me dirigirá será: Está precisando de alguma coisa, meu filho? Como em todas as famílias, e a nossa não seria a exceção, os desentendimentos são freqüentes, entretanto, aprendemos com você a não valorizá-los, passado a quizila familiar, fazíamos de conta que nada houvera e assim conseguia-mos seguir em frente e não guardar mágoas de nossos ente queridos. Agíamos como se bêbado estivéssemos, pois dizia ele, que: Não dê cabimento a bêbado! E ele tinha conhecimento de causa, adorava “tomar umas” e bem sabia que o bêbado faz, está sabendo que está fazendo, mas não tem a dimensão da “merda” que está fazendo. Do mesmo jeito ajo com meus algozes. Não que seja santo, mas, passado a raiva inicial, reflito e penso comigo mesmo: Quem nunca errou? É perdoando que se é perdoado, diz o hino religioso para São Francisco de Assis. Se você não admite que erra, jamais entenderá os erros dos outros e, infelizmente, não sou perfeito. Recordo nossos veraneios em Tibau, nossas viagens aos centros mais desenvolvidos para tentar a cura para a minha precoce paralisia facial, as visitas ao nosso sítio localizado vizinho ao posto da policia rodoviária federal na estrada que dá acesso a Fortaleza e a Tibau. Lá havia uma sinuca e uma radiola a pilhas em que você ouvia ternamente as músicas de Miltinho e Adilson Ramos saboreando alguns drinques e uns tira gostos para desespero de D. Layzinha, pois ela sabia que no retorno a nossa casa você sempre promovia alguma presepada, posto que fosse do seu cotidiano. Boas lembranças, agora que passou, mas, na época era um sufoco. Também recordo de sua premonição para alguns acontecimentos que não queríamos enxergar ou admitir a possibilidade de insucesso. A recordação continua com sua predileção pela leitura das grandes revistas da época, tais como O Cruzeiro, Manchete, Fatos & Fotos, Atualidades, dentre outras. Não havia a facilidade de informação naquela época, não é como hoje que estamos na era da informática, e que as informações correm o mundo em poucos segundos. Era preciso esperar os ônibus que vinham de Fortaleza ou de Natal, por uma estrada de terra, com as revistas contendo as informações do sul do país e do resto mundo, às vezes com atraso de alguns dias depois de passado o acontecimento. A copa do mundo realizada no Chile, por exemplo, que passados mais de uma semana é que chegou a revista O Cruzeiro com a cobertura de um acontecimento que já havíamos até mesmo comemorado. Mas ainda assim, você fazia questão de comprar para melhor se informar. Tinhas um álbum em que guardavas todos os recortes da carreira política de Getúlio Vargas, assim como as revistas com a cobertura jornalística dos assassinatos dos irmãos políticos americanos, John e Robert Kennedy. Aqui caberia o bordão do rei Roberto Carlos. “São tantas emoções...” Recordações que aqui não caberiam. Todavia, fica mais um registro de sua personalidade marcante e bondosa, passados estes dez anos sem você é como se ainda estivesses entre nós, naquela cadeira de balanço lá na garagem-sala de sua casa, assistindo televisão esperando a chegada dos filhos e dos netos com um saco de bombons para distribuir. Enfim, saudades, meu pai, espero um dia revê-lo!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

POLEGADA

Essa aconteceu no bar de propriedade do pai do jornalista Carlos Cavalcante, o considerado Nêgo Tita. Chegou ao balcão do referido estabelecimento de venda de bebidas, um desses contumaz pingunços e pede ao dono para colocar uma pinga de R$ 0,50, no que é atendido imediatamente. Entretanto, ao ver a cachaça no copo o freguês discorda da quantidade dizendo que aquilo era pinga de R$ 0,30. Estabelecida a discussão no instante em que entra o conhecido Polegada e se aproxima do balcão, pega o copo e vira de um só gole e afirma: Essa é de R$ 0,50! Para a preplexidade dos presentes!

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

PONTARIA

Essa me foi contada pelo amigo e ex-doublê de vaqueiro Filgueira, diretor do Colégio Dom Bosco. Seguinte, dia desses o vaqueiro Praxides, que sofre de estrabismo acentuado, o popular Zarolho, resolveu matar um carneiro lá numa fazenda dessas aonde se realizam vaquejadas e pediu para um popular segurar o caprino pelas orelhas que ele, Praxides, ia matá-lo com uma pancada com o lado inverso do machado. O popular assim fez, segurou o bichinho e Praxides fez pontaria e quando estava todo preparado o popular disse: Peraí, você vai meter esse machado pra onde você está olhando? Ao obter a resposta positiva, o popular disse: Pois vá matar outro! Soltou o carneiro e saiu correndo!

HOMENAGEM AO AMIGO TÔGO

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

NOVAMENTE IGNORÂNCIA

Dimas, certa vez, teimou com um cliente que daria certo uma instalação de som a qual não sei especificar qual seria. Pois bem, não deu certo e o cliente chegou puto da vida lá na oficina dele, que se encontrava na cabine de um caminhão instalando o som do mesmo. O sujeito irado, foi logo dizendo: Dimas, fela da puta, desça daí para eu lhe dar um tiro! Ele: Que revolver fraco é esse, que a bala não vem aqui? Precisa dizer algo mais?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

IGNORÂNCIA

De novo ele! Dimas se encontrava em um banheiro de bar, desses de calha, aonde só dar certo homem urinar e só cabe duas pessoas, conversando com um amigo em voz alta, quando chega um cidadão também apertado e sentencia: Ou mija ou conversa, bora, bora, bora! Dimas de dentro, responde: Não falo pelo pau, nem mijo pela boca! Dá pra fazer os dois ao mesmo tempo. Espere!