sábado, 28 de maio de 2011

PEGADINHA

Essa é uma autêntica pegadinha de jovens do interior. Morávamos todos no entorno das rua Dr. Almeida Castro, Machado de Assis e Jerônimo Rosado, centro de Mossoró. Costumávamos bater peladas bem cedinho, geralmente, no mini campo que havia na AABB, onde hoje funciona o parque aquático daquela agremiação. Pois bem, Netinho Saldanha, irmão de Iran e Aluísio, se encontrava sentado na calçada de uma residência ali nas proximidades da Igreja do Coração de Jesus no naquele instante em que passava Deusdeth Couto, hoje professor da faculdade de educação física da UERN e ao avistá-lo, passaram a conversar e Deusdeth perguntou se ele morava ali naquela casa ao que Netinho respondeu positivamente e solicitou-lhe, a ele Deusdeth, que quando fosse pela manhã do dia seguinte lhe fizesse o favor de passar lá, para chamá-lo pois dizia que todos da casa tinham o sono pesado, principalmente o pai dele. E por esta razão, pediu ainda, que chamasse bem forte, gritando. Pela madrugada, Deusdeth chega na casa combinada e entra na área (Naquele tempo ainda não havia muros altos) e grita bem alto: NETINHOOOOOO! Após alguns gritos estrondosos, sai um pessoa de dentro da casa e diz que lá não mora nenhuma pessoa com aquele nome. Deusdeth que ainda hoje é muito esquentado passou mais de mês atrás de Netinho para acertar as contas...

quinta-feira, 19 de maio de 2011

SOLETRANDO

A funcionária do Chamego Doce, ali vizinho a biblioteca municipal, Cleideane, que também é esposa de Gilberto, outro funcionário de lá, não são lá muito expert´s no português, não! Dia desses, ele mandou fazer uma revisão na motocicleta deles sem a anuência dela e, ao chegar lá no Chamego Doce, foi logo dizendo a ela que tinha mandado consertar a moto e que tinha custado tanto e logo perguntou com quanto ela ia contribuir, ao que ela logo respondeu: N, A, O, til: NADA!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

NA LATA

Esse Neto Bosteiro é fogo. Certo dia ao chegar na FM Resistência e perceber a ausência do locutor Gilson Cardoso, que segundo ele, Neto, só anda em lugares "baixos", pergunta logo para a esposa do referido, Adriana Mendes: Cadê Gilson? Adriana: Não veio hoje, está com conjuntivite! Neto: Pergunte a ele, se ele pegou no West Shopping?

sábado, 14 de maio de 2011

DEZ ANOS DE SAUDADES II

Peço licença a meus poucos leitores, neste dia que faz dez anos da partida de meu pai, para publicar essas linhas que as publiquei no centenário jornal O Mossoroense no dia do primeiro ano de seu falecimento. “As lembranças de toda uma vida passam no vídeo tape da memória no momento da partida de seu maior ente querido. O nosso pai.Sou das pessoas que se contentam muito facilmente com tudo. Agradeço a Deus pelo tempo de vida que vivi junto do meu pai. Analiso as coisas de uma forma distinta da maioria das pessoas. Não faço comparações do tipo, o que poderia ter ou tentar me igualar com os mais abastados da sorte. Ao contrário, me comparo com os que não conseguiram ou não conseguem ter a minha qualidade de vida. Daí, me sinto muito mais feliz. Essa é minha receita de vida. Entretanto, não é fácil assimilar, conviver com esta dor, esta ausência e esta saudade eterna. Seu Alcides, meu pai, era uma pessoa extremamente boa. Porém mudava de humor de uma hora para outra. Numa hora estava alegre, contende, e em outra hora se fechava, ficava taciturno... Entretanto, na maioria do tempo era muito alegre, muito vívido. Vê-lo definhar ao longo dos últimos onze anos de sua vida, foi uma tortura para todos nós, especialmente para D. Layzinha, sua companheira de 48 longos anos. Minha mãe. Seu Alcides foi um exemplo para todos os que o conheceram. Porém, longe de ser um ser perfeito. Entre nós mortais isto não existe. Não existe pessoa sem defeitos. Foi funcionário público federal, lotado na receita federal por toda a sua vida profissional, onde ingressou em concurso público no longínquo ano de 1950, sendo aprovado em terceira colocação em todo o país. Era uma pessoa ao mesmo tempo em que alegre, soturno. Gostava muito de estar só. Talvez pensando nas dificuldades de sua vida de origem humilde e no razoável número de filhos que educou com retidão e competência paterna. Mesmo assim nunca se negou a ajudar a quem quer que o procurasse.Orgulhava-se de nunca ter incomodado ninguém para conseguir qualquer que fosse o seu objetivo, cargo ou desejo. Sempre conseguiu tudo o que tinha e possuía através de seus próprios esforços. Mesmo já doente, nunca o vimos deitado que não fosse em seu leito e para dormir. Traço marcante em sua personalidade. Não presenciamos reclamar de nada que se relacionasse à dureza da vida. Não deixava se abater por nada. Talvez seja por estes traços marcantes de sua personalidade que não consigamos esquecê-lo tão facilmente.As recordações de suas lições de vida é o que nos confortam. Dizia o saudoso Cônego Sales Cavalcanti que nada justificava a morte. Este pensamento partindo de um religioso vem, tão somente, por em dúvidas a inexplicável e obscura vida eterna. Se ele, que era um religioso, tinha este pensamento de dúvidas, que dirá de nos simples mortais. A questão religiosa é por demais complexa. Não se chega a um consenso desta dimensão.Existiu um rei francês, que não recordo o nome, que no leito de morte despediu-se de sua amada dizendo: - Adeus, nunca mais nos veremos!. Isto é, nem na morte acreditou na vida eterna. Hoje, quando completa o segundo aniversário de sua morte, se é que isto se comemora, vejo o quanto é difícil me acostumar com a sua partida. Não há um só dia em que não sinta a sua falta e ao mesmo tempo sinta a sua presença, bem forte, em minhas lembranças.Só agora vejo como era bom vê-lo, mesmo doente, sentado em sua cadeira de frente para a televisão, calado e sem incomodar ninguém. Não incomodou ninguém nem na sua hora fatal. Como era duro, o meu velho. Um jequitibá. Entretanto, na minha incredulidade e descrença, sinto que nunca mais vou revê-lo. E isso me dói muito. Como é sem significado essa nossa vida... Mais doloroso ainda é saber que ainda resta à partida de todos nós...Especialmente doloroso para mim, posto que não tenho esperança alguma de revê-lo e vivo na mais completa e eterna lembrança de meu querido e saudoso pai”. Seu filho.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

SORTE

Agora, no dia do trabalhador, desse ano de 2011, minha mulher foi desviar de um buraco no prolongamento da avenida Abel Coelho e não conseguiu dominar o carro, bateu no meio fio e culminou por capotá-lo duas vezes e este ficou enganchado em uma árvore. Curiosos, logo aparecem do nada. Um deles, com boa vontade, ficou fazendo aqueles comentários que de nada adiantam e foi logo me dizendo: ...sua esposa teve muita sorte, não sofreu nada, isso é o que importa. Eu: É, mas, eu já não posso dizer a mesma coisa...

ATRÁS DE VOCÊ

O saudoso José Jerônimo, ex-funcionário do Banco do Nordeste, que já contei um causo seu e que é pai do meu amigo José Maria (Cocão), costuma retrucar quando uma pessoa o interpelava dizendo que havia alguém atrás dele, dizendo: Atrás de mim, não, à minha procura... E ele estava certíssimo!

sábado, 7 de maio de 2011

COMEMORAÇÃO

Dia 08 de março de um ano qualquer, dia internacional das mulheres, vinha saindo do colégio Geo com meu filho Artur e este me perguntou: Pai, porque só tem o dia das mulheres? Respondi: Por que as mulheres só tem esse dia,meu filho, o resto é todo dos homens... Mesmo com toda a sua ingenuidade, ele sorriu.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

SEMPRE A VERDADE

Irreverente que só ele, Neto Bosteiro foi visitado em sua residência, pela Polícia Ambiental, num domingo desses, para saber se o barulho provocado pelas festas promovidas pelo sindicato da construção civil, que fica defronte a sua casa, lhe incomodava. Ele respondeu negativamente e acrescentou: Me incomoda o barulho provocado por essa igreja de crentes aí. Disse apontando para a igreja que também fica bem próxima a sua residência. Sincero e verdadeiro!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

PROGRAMA DE TELEVISÃO

Raklenilson, o famoso Pé Quente, apresentador de um concorrido programa de televisão aberta desta cidade de Mossoró, imensamente satisfeito com sua audiência, encontra-se com Neto Bosteiro, de quem já foi colega de trabalho no mesmo grupo de comunicação e foi logo perguntando a este: Neto, já assistiu a meu programa? Neto: Lá em casa é Sky, carái... Pega você não! Grosso, o rapaz?

quarta-feira, 20 de abril de 2011

PREOCUPADO COM BELEZA

Ronaldo Garcia, professor da UERN, doutor em matemática, inclusive, que já foi candidato a senador pelo PSOL, outro dia, chegou para dar aula, sem os "dentes" e uma aluna querendo ser engraçadinha, interpelou-o da seguinte maneira: Professor, veio sem os dentes? Ele, respostou na bucha: Eu vim dar aulas, não foi morder vocês!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

RAPAZ ESTRAGADO

Já vi muita gente avarenta, mas, essa que uma amiga cabeleireira me contou foi de rachar os pés. Dita profissional tem um irmão que é mais amarrado do que carga de pote e sempre lhe dar muito trabalho para pagar o serviço prestado. Vocês avaliem que após cortar o cabelo, ele deu uns cupons desses de postos de gasolina a ela como pagamento e ela disse que não lhe servia pois ele sabia muito bem que nem carro ela possuía. Daí, ele saiu com essa: Não, não é para botar gasolina, não, é para concorrer a uma televisão de plasma. Pode uma coisa dessas?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

NUM PRESTA NÃO

Me encontrava em um congresso para professores de educação física no ginásio de esportes da antigo CEFET desta cidade de Mossoró e a palestra era proferida por um professor de Curitiba, muito renomado, cujo nome não recordo, quando este pregava uma boa alimentação para todos, especialmente, para as crianças em idade escolar. Dizia, ele que ao invés de deixar-mos nossos filhos lancharem massas e frituras, deveriam-mos pôr frutas nas bolsas deles, que era bem mais saudáveis e tal, quando passou a abordar os malefícios causados pelos refrigerantes de um maneira geral, enfatizando ainda mais o mal que a Coca Cola causava no organismo das pessoas e ainda mais, conclamou que não bebesse-mos Coca Cola que era um veneno e etc. Todos atentos, eu lá de cima das arquibancadas pedi a palavra e quando fui atendido, sapequei: Professor, mas, Montila sem Coca Cola é muito ruim... A risada foi geral!

quarta-feira, 13 de abril de 2011

YURI GAGARIN

No início dos anos sessenta, um cidadão chamado Zenóbio Otávio, que se dava ao hábito de ingerir álcool, desejando homenagear o primeiro astronauta a sair da órbita da terra, o russo Yuri Gagarin, quis dar seu nome ao filho recém nascido e chegando a sacristia da matriz de Santa Luzia, desta terra de Mossoró, foi logo indagado pelo Padre Huberto qual nome daria ao rebento, que ao ouvir que ele queria por o nome do astronauta russo em seu filho, passou a aconselha-lo para que não fizesse isso e blá, blá e blá... Zenóbio cheio dos "mé", disse-lhe em tom firme e decidido: Padre, o filho é meu e eu boto o nome que eu quiser e se você ficar conversando besteira, eu boto "Guidão de bicicleta Phillips Zenóbio Otávio" e você num tem nada com isso! E a homenagem foi feita.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

SABER COBRAR

Fui advogado de um meliante que assaltou um banco juntamente com outros celerados, aqui no interior do estado e de certa feita na cadeia pública de Caraúbas, conversando com meu cliente e outro assaltante do mesmo crime, que havia procurado o Dr. Evânio Araújo para patrocinar sua causa me revelou que este cobrou apenas R$ 60.000,00 para defende-lo e que, ele meliante, havia ganhado apenas R$ 30.000,00 no assalto realizado. Então, ele em tom de pilhéria sapecou: Vou ter que assaltar outro banco, pois já estou devendo R$ 30.000,00 a Dr. Evânio!

terça-feira, 5 de abril de 2011

LÁ VEM AS ESCÓSSIAS, NOVAMENTE!

Minha prima Florina me contou que há algum tempo atrás tinha que ir a uma festa e não tinha dinheiro para ir buscar os vestidos na costureira, dela e de Valéria, sua irmã. Como era uma sexta-feira, ela sugeriu a Valéria que fossem apanhar os vestidos no dia seguinte, um sábado, e que ela passaria um cheque "sem fundos" e na segunda-feira cobririam. Tudo combinado, no sábado foram à costureira e lá chegando, ela que nunca havia usado desse artifício, estava um pouco nervosa e ao receber os vestidos, Valéria virou-se para ela e lhe disse: Florina, passe o cheque sem fundos! E ela ficou paralisada de vergonha e Valéria insistia: Vamos, mulher, passe logo esse cheque sem fundos... A costureira, certamente, pensando que era brincadeira, se acabava de rir. Ai, Florina passou logo o tal cheque e correu para o carro se acabando de rir e Valéria nem se tocava, de lesada que é!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

NOVAMENTE POLEGADA

O cidadão de bem Polegada, se encontrava em sua residência, deitado numa "baladeira", de ressaca, quando um pedinte bate à sua porta à procura de alguma esmola e ele, Polegada, sem sequer poder se levantar, nem dá ouvidos ao pedinte. Entretanto, dado a insistência do pedinte, ele resolve indagar do que se trata. Ele: O que é? O pedinte: É uma esmola! Ele: Bote por debaixo da porta, que depois eu vou buscar!

domingo, 3 de abril de 2011

GRAU DE INSTRUÇÃO

Nos anos setenta havia um bar denominado de Wisquizito, de propriedade de João, que se localizava em frente ao Hospital Wilson Rosado, sendo muito bem freqüentado pela boemia desta cidade de Mossoró. Dentre estes, havia a figura lendária de Polegada, irmão da cronista social daqueles tempos, Ivonete di Paula. Pois muito bem, numa sexta feira eles foram até altas horas e mesmo João tendo mandado todos embora e fechado o bar, todos ficaram fazendo baderna no meio da rua e alguém resolveu chamar a policia para acabar com aquela algazarra. Quando a polícia, naquela época denominada de Rádio Patrulha, em um fusquinha preto e branco, chegou ao local, os policiais foram logo descendo e gritando: POLÍCIA! Quando, com um pulo com um giro de 180 graus, Polegada se vira e diz: Bem feito, quem mandou num estudar! Podia ser um médico, um engenheiro, um advogado... Foram todos em cana!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

IRREVERENTES

Como não tenho a pretensão da exclusividade, não obstante achar que nem todos tem o acesso a alfarrábios, compêndios, periódicos e revistas, me sinto no dever de repassar esse causo que recentemente foi publicado em uma revista renomada da cidade. Pois muito bem, o poeta Crispiniano Neto está trabalhando para reeditar um livro do poeta Luiz Campos e este ansioso, resolveu lhe telefonar para saber como estavam os trabalhos e quando seria o seu relançamento. Assim deu-se o diálogo ao telefone. Luiz Campos: Crispim, esse livro vai sair antes de eu morrer? Crispiniano: Eu num sei quando você vai morrer! São nossos improvisadores e repentistas.

terça-feira, 29 de março de 2011

TUDO CERTO!

Anos setenta, nos veraneios de Tibau, havia todos os dias, as famosas tertúlias nas casas de famílias (família naquele tempo era só quem era rico) e à noitinha ficávamos todos apreensivos para saber aonde ia ser a daquele dia, esperando ali nos degraus do Brisa del Mar, de Leonardo. Daí, que um certo dia ficamos sabendo que ia ser na casa de uma determinada pessoa e até às 20:00 hs, ainda não havia ainda a confirmação quando, então, Térbio, com alguém que estava de motocicleta, se dispôs a ir in loco, saber se ia ou não haver a tertúlia. Passado algum tempo, chega Térbio e em ar solene, ante as indagações dos presentes (vai haver ou não), sai com essa: TUDO CERTO, NÃO VAI HAVER MAIS NÃO! A risada foi geral, mesmo com a decepção da noite!

sexta-feira, 25 de março de 2011

BOLA DE PLÁSTICO

Já falei aqui numa moça, chamada Neta, que há algum tempo atrás foi babá de meu filho mais novo, Arturzinho. Ela era extremamente engraçada e atrapalhada. Numa dessas festas de Santa Luzia, quando ainda era ali na avenida Dix-sept Rosado, todos os dias ela levava meu filho para ver as coisas da festa e para passear nos brinquedos dos parques de diversões que havia nas cercanias da referida comemoração religiosa. Daí, que tanto ela como Arturzinho gostavam muito dos brinquedos dos parques e como eles iam todos os dias, eu tinha que racionar o dinheiro para não faltar. Pois muito bem, eles iam passando em frente a uma banca de brinquedos e Arturzinho se engraçou com uma daquelas bolas de borracha, bem grandes e, ela não querendo voltar para casa tão cedo, já que comprando a bola gastariam boa parte do dinheiro que dispunham, tentava por todos os meios dissuadi-lo da compra e por último, sem ter mais como convence-lo e sem pensar que ela estava denegrindo a mercadoria do vendedor, saiu com essa: Meu filho, num queira isso não, qualquer "peido" fura uma bola dessas! O vendedor, num misto de chateação e de pilhéria, disse em alto e bom tom: POIS SOLTE UM PEIDO AI, PRA VER SE ELA FURA!

quinta-feira, 24 de março de 2011

ORA, BOLAS!

Agora no carnaval, estivemos, eu e minha jovem esposa, com uns amigos na praia de Peixe Gordo, município de Icapuí-CE, e lá estava uma balzaquiana de uns quarenta e pouco anos, com um corpinho não muito escultural, bunda de elefante, que ao nos ver, já achou muita dissiparidade entre eu e minha mulher. Daquele tipo que não se conforma com as coisas diferentes, foi logo perguntando a ela, minha esposa, quantos anos havia de diferença entre nós e descendo a lenha, que eu era muito velho para ela e que se fosse com ela, ela não me queria e etc. Minha esposa indignada com a atitude da recém amiga, veio logo comentar comigo, que de pronto já saí com essa: Que bom, então, não vai haver problemas entre eu e ela, pois também "num quero ela, não" ! Logo eu, que detenho um aguçado controle de qualidade!

domingo, 20 de março de 2011

EXPERIÊNCIA CARNAVALESCA

No carnaval deste ano, como venho sempre fazendo, vou para algum lugar que não tenha muito movimento carnavalesco, pois acho que já não faz mais sentido brincar carnaval. Pois muito bem, minha companheira Verusca, que tem vinte e nove anos a menos do que eu, sempre fica reclamando que não é porque eu não goste mais de carnaval, que ela não vá gostar. Dizia, ela argumentando, que gostaria de muito de brincar um carnaval, pois não sabia sequer como era, queria ter essa experiência e etc. Eu lhe falei de pronto: OLHE, VÁ POR MIM, EU JÁ BRINQUEI E SEI COMO É! NUM PRESTA NÃO! Ela, sem alternativa, apenas sorriu e se conformou.

quarta-feira, 16 de março de 2011

TRANQÜILO E SEM PROBLEMAS

Nos veraneios na praia de Tibau, minha geração e as gerações adjacentes, anteriores e posteriores, tomaram os primeiros pileques, que sempre eram acompanhados de grandes "resenhas". Início dos anos setenta, deu-se um fato inusitado na casa de Dr. Lauro Escóssia Filho, que obviamente, não se encontrava naquela residência de praia. O saudoso Adolfo, irmão de Olavo Filho, hoje renomado advogado em Natal, ambos filhos do não menos saudoso juiz de direito de Mossoró daquela época, Dr. Olavo Maia, era por demais presepeiro, gostava de pregar peça em todos. Certa noite tomou um porre daqueles de juntar meninos e ao chegar em casa, quase em coma alcoólica, deitaram-no em sua cama e logo após tiveram a idéia de uma "revanche". Colocaram-lhe de bruços, tiram-lhe o calção e untaram-lhe a bunda toda com a clara de um ovo de galinha, para que quando acordasse ficasse imaginando coisas. Ele, tranqüilo, acordou, sentiu aquele melado em sua nádega, passou a mão, olhou, todo mundo rindo ao seu redor, dizendo que ele havia sido seviciado, e saiu com essa: EITA, COMERAM MEU CÚ, MAS, BÊBADO, VALE MUITO! E correu para o mar, para se lavar...

PUXOU O PAI

Cavalcanti Neto, meu irmão, herdou um pouco da personalidade de nosso pai. Generoso, culto, mas, bruto de morrer "enganchado". Diz, ele, que netos é melhor do que filhos, pois passam menos tempo na casa da gente! Só que o feitiço caiu sobre o feiticeiro, pois sua casa é repleta de netos...

quarta-feira, 9 de março de 2011

AGORA DEU

Tenho um amigo que é muito descansado, adora estar deitado numa rede e que se chama César. Sempre foi muito criticado por adotar esta postura, mas, sempre me diz que não é padeiro para acordar cedo e se não tiver o que fazer, procura logo a rede. De condição financeira razoável, desperta a atenção dos vizinhos e conhecidos. Pois bem, outro dia se encontrava deitado numa rede e um cunhado se aproxima e lhe diz na cara: A preguiça é um dos sete pecados capitais! Ele, preguiçosamente, responde: A INVEJA TAMBÉM!