Irreverente como ninguém, Dimas vinha de Areia Branca com os irmão Zé Carlos e Lima Neto, quando resolveram parar na localidade do Piquirí, para tomar uma cerveja, pois a sede era grande e o calor infernal. Lá chegando, Dimas diz em bom tom que estava louco para TOMAR UMA CERVEJA e o dono bar diz que não vai ser possível porque estava faltando energia. Imediatamente, ele sai com essa: Amigo, eu quero tomar uma cerveja, né um choque, não!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
O HOMEM SANTO PERDOA
Quando fazia a faculdade de direito na FURRN, atualmente UERN, tive a satisfação de conhecer e ter como colega de sala de aula, o saudoso Clóvis Marques de Carvalho, que à época ocupava cargo de chefia no Banco do Brasil (o curso era à noite). Sempre muito brincalhão, apesar da aparência sisuda, passávamos todos os intervalos em conversas amenas e saudosas. Neste meio tempo, aconteceu o reprovável episódio do atentado contra o Papa João Paulo II, quando o turco Ali Aka, acertou três tiros no sumo pontífice. Passado algum tempo, o Papa já recuperado, fez questão de visitar seu algoz na prisão e declarou a imprensa, após a visita que: Rezo pelo irmão que me feriu ao qual, sinceramente, perdôo! Estava assistindo, me preparando para ir a faculdade, a um noticiário na TV, o qual nem lembro o nome, quando isso aconteceu. Fui para a faculdade bastante consternado com a atitude e o perdão do Papa. Lá chegando, já havia tocado para a entrada da primeira aula, fui direto à carteira de Clóvis e relatei o acontecido. Disse-lhe: Clóvis, o Papa perdoou o cara que lhe deu os três tiros e ainda fez a seguinte declaração: Rezo pelo irmão que me feriu, ao qual sinceramente perdôo! Ele, imediatamente, respondeu: Você queria o quê? Que o Papa dissesse: Fie de rapariga, eu vou lhe pegar nem que seja debaixo da saia de sua mãe... Não me restou alternativa, senão, ri!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
COMPARAÇÃO VINGATIVA
Fui um professor de educação física, especialidade na qual também tenho bacharelado, dedicado ao ensino de voleibol, esporte no qual também fui atleta com algum destaque em alguns estados do país. Entretanto, há alguns anos, em virtude de haver ganhado alguns quilinhos a mais, começou a existir comentários acerca de minha competência profissional como treinador de voleibol. Daí, comecei a imaginar: Quer dizer que por que passei a ser gordinho deixei de saber ensinar voleibol, então, o médico que adoece não sabe tratar de doentes...Essa é a conclusão a que cheguei, a despeito de qualquer outra! VINGANÇA!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
MENINOS TRAQUINAS
No ano de 1973, o gabinete do prefeito de Mossoró, em cuja titularidade se encontrava o vice, Genildo Miranda, passou a funcionar no prédio em que funcionara anteriormente o SESC, posteriomente, o SENAC e atualmente, a Escola Estadual Solon Moura, ali na praça da Redenção. Toda noite havia um guarda municipal, antigamente chamado de guarda noturno, a vigiar o prédio. Certa noite, víamos da lanchonete de Fransquinho, que funcionava quase em frente ao Banco do Nordeste e ao passarmos em frente ao gabinete do prefeito nos deparamos com o guarda noturno dormindo, sentado numa cadeira com os pés descalços sobre uma outra e com um radinho de pilhas ligado, ao chão da calçada. Logo veio à nossa mente a presepada. Pois muito bem, tiramos-lhe, eu e Sérgio Miranda, que por mera coincidência era filho do prefeito naquela oportunidade, o rádio de pilha, após desligá-lo, o revólver e as botas e fomos leva-los à casa do prefeito Genildo Miranda, que aquela hora já se encontrava deitado, certamente. Ele ficou revoltado com aquela falta de compromisso do guarda civil com a coisa pública. Lá chegando, acordou o guarda que sequer havia notado toda a presepada e deu-lhe uma "descascada" na nossa presença. Imaginem a cara do coitado! Uma pena, coisa de antigamente!
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ô COMPARAÇÃO!
O funcionário público da SUCAM, conhecido como Barão, também tem suas virações na tentativa de ganhar o pão das crianças e, além de ter uma dedetizadora ainda vende tudo que lhe aparace as mãos. Ultimamente, vendendo umas facas, do tipo reforçadas, foi indagado por um popular: Barão, essas facas num quebram, não? Resposta: Silvio Santos quebrou, quanto mais uma faca dessas...!!!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
COISA BOA A GENTE FICA
Em outra oportunidade já contei um causo dele, agora vou retratar o segundo. Outro dia ligaram para a casa dele, Raimundo Tito do Apodí, sujeito rude, de gestos mansos, oferecendo-lhe um cartão de crédito. A moça do telemarket toda solícita relatava-lhe os benefícios que o sujeito podia conseguir com o dito cujo, tais como fazer compras em supermercados, pôr combustível, fazer empréstimos e ter prazo elástico para pagar e etc e blábláblá e ele apenas ouvindo, quando a moça do telemarket perguntou se ele não queria ficar com o cartão. Ele bem penosamente, que é como ele fala, respondeu-lhe: "Sostô" uma coisa tão boa como essa e você querer me dar, fique para você!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
O MEIO MAIS RÁPIDO
Outro dia me dirigia a BR que liga esta cidade à Areia Branca, quando em frente ao restaurante Tenda (Em frente ao Campus Universitário) resolvi retornar ao escritório pois havia esquecido um documento, ao fazer o retorno um carro parou ao lado do meu e a senhora que o dirigia me indagou: Moço, como faço para chegar à universidade? Eu, prontamente respondi: Estudando!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
REVELLION
Um fato inusitado aconteceu em um revellion promovido pelo Dr. Marlus em sua residência na rua Benício Filho, Ilha de Santa Luzia. Já bastante encharcado de bebidas o Neguinho, lavador de carros nas imediações do Colégio Dom Bosco, resolveu relaxar e tirou a camisa, os sapatos e deitou-se no sofá da sala da casa do anfitrião. Já amanhecendo, o Dr. Marlus resolve chamar o Neguinho para ele ir para sua casa. Ao acordar atordoado, o referido vestiu a camisa e calçou os sapatos e dirigiu-se a sua residência quando perceberam que o mesmo havia calçado apenas uma meia, ou seja, havia esquecido uma meia na sala da casa. Daí, Dr. Marlus gritou: Neguinho, você esqueceu uma meia! Ele: Marlus, pode beber, eu não aguento mais, não!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
WHERE YOU FROM?
Outra tirada minha, bastante espirituosa, aconteceu quando fui estudar em Brasília no longínquo ano de 1974 no CEI. No primeiro dia de aulas, os professores sempre tem aquela curiosidade de saber de onde o aluno é egresso, ou seja, de onde vem o aluno. Ao contrário de outros anos, meu nome que começa com a letra A, ficava lá pelos últimos em virtude de minha matrícula retardatária. À medida que o professor ia fazendo a chamada pela caderneta, os alunos iam revelando sua origem ou de onde viam. Então, chamou um que afirmou ter vindo no Colégio Mackenzie, em São Paulo, outro disse que tinha vindo de Massachusetts nos Estados Unidos, outro mais que vinha do Colégio Sion e mais outro que vinha do Colégio Sacre Couerx de Marie, ambos do Rio de Janeiro e eu que nunca havia saido daqui de minha cidadezinha, lá na parte de trás da sala, fiquei pensando no que ia dizer quando fosse minha vez. Ao ser anunciado meu nome me levantei e, todos olharam para mim, e ao ser indagado de onde via, respondi: EU VIM DE CASA! A gargalhada troou e adivinhem qual ficou meu apelido?
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
COLUNISMO SOCIAL ANTIGAMENTE II
Aproveitando o ensejo e plagiando o colunista Chiquinho Duarte enumero uma COISA CHATA! ESPERAR A CEIA DE NATAL: Meia noite, lógico!
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
COLUNISMO SOCIAL ANTIGAMENTE I
Nos anos sessenta e setenta, o colunista social Chiquinho Duarte era quem dava as cartas na sociedade mossoroense. Bem característico, com voz e trejeitos afetados e engraçado sem se esforçar. Ao final de seu programa social na rádio difusora, enumerava uma COISA CHATA e uma COISA CHIC. Sempre relacionado com a sociedade, entretanto, dependendo de seu humor, saía com umas bem picantes. De certa feita, disse ao final de seu programa diário. Uma coisa chata: Você estar fazendo amor, bem empolgado e a caixa d`água do vizinho começar a sangrar! xóóóóóó!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
SENSIBILIDADE INSÓLITA
Já contei um causo de Deusdedith, casado com minha tia Ida Andrade, mãe de Jorge de Castro. Bem, vamos lá, há alguns anos atrás, estava ele em uma barraca na praia de Tibau a beber com os amigos Lenilton Maia, Albecir Andrade, dentre outros e lá "pras tantas", já "puxando fogo", resolveu ir mijar. Se escorou num muro e relaxou! Tia Ida, de longe, a observá-lo, notou alguma coisa errada e exclamou: Valha-me Deus, Deusdedith está todo mijado! E todos correram ao local e ele estava segurando o cordão e com o calção todo mijado!
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
HOMENAGEM
Ciro Negreiros, meu grande amigo de longas datas, era uma pessoa honesta, digna e correta. Com ele não havia mentiras, era um verdadeiro fidalgo, pessoa que não mais existe. Sempre aos sábados, encontrava-me com ele no West Shoping e ele me confessava que estava cansado de viver e eu propunha-lhe trocar nossas preocupações, isto é, eu ficaria com as preocupações dele e ele com as minhas. Ele ria à vontade. Sempre muito alegre e contente, pelo menos enquanto estava comigo, nunca imaginei por um segundo sequer que aquele desabafo seria verdadeiro. Certamente fiz o que podia fazer por ele, vê-lo feliz, ao ouvir as "besteiras" que costumo proferir em favor da alegria dos amigos. Mas, em face da verdade sempre a tona da qual meu amigo era detentor, tenho uma pérola a contar. Ao apresentar-lhe a minha atual esposa, ele ficou um tanto pensativo e aproveitando a saída dela perguntou-me: Pipi, você tá dando conta de sua esposa? Eu ri e respondi-lhe: Quem tem que dar conta aqui é ela que é jovem e sou eu quem gasto! Ele riu muito e essa foi a última vez que nos vimos!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
ERA SÓ O QUE FALTAVA
Um fato inusitado aconteceu quando eu residia ali na rua Machado de Assis, precisamente, por trás do Colégio Dom Bosco, agora meu novo patrocinador. Pois muito bem, quase que em frente a minha residência, residia Dedé de Heloisa, antigo funcionário do Banco de Mossoró, sogro de Seu Leonidas, antigo proprietário do Pavilhão Vitória, ali na Praça Rodolfo Fernandes (Praça do Pax) e cunhado de Leodiniz, antigo diretor do Potiguar. Bem, depois destas singelas explicações, vamos ao causo. Ele possuía uma caminhonete do tipo Fiorino, modelo 147, TF, ou seja, toda fodida, e resolveu vende-la. Colocou aviso no para-brisas VENDE-SE. Os rapazes de minha rua, ao retornar da farra, puseram com tinta branca em letras garrafais: D U V I D O ! Quando acordei, ele estava tentando apagar com querosene, kkkkkkkkk
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
CRAQUE
Nos começo dos anos setenta havia uma verdadeira febre por futebol de salão aqui em Mossoró. A cidade, em peso, ia a quadra descoberta da ACDP, aonde eram realizadas as partidas do campeonato para torcer. De certa feita, jogando uma equipe em que Márcio Bundão era integrante e detentor de um potente bicudo, na época cursando a faculdade de agronomia na antiga ESAM, e era cunhado de Filgueira do Colégio Dom Bosco, portanto, casado com Ana Lúcia Filgueira, professora de educação física, pois muito bem, numa disputa na lateral da quadra, Márcio deu um bicudo em direção da arquibancada e a bola acertou em cheio a testa do colunista Chiquinho Duarte, que não é exatamente uma figura atlética, indo este a nocaute. Após tornar, Chiquinho ao ver todos em sua volta com água, abanando-o e etc, ele exclamou: E ainda dizem que a bola só procura os craques!
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
TÁ CHOVENDO?
Irreverente que só ele, Dimas Lima Lopes, instalando o som do carro do ex-vereador Benjamim Machado e este só puxando conversa. Ao tomar conhecimento de que Dimas era possuidor de uns terrenos lá em Serra do Mel, Benjamim indagou do mesmo se por lá está (no presente do indicativo) chovendo. Dimas levantou-se e dirigiu-se até a porta olhou em direção de lá e disse: Pode até estar chovendo, mas, daqui não dá pra ver, não! Benjamim não perguntou mais nada!
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