Sempre fui muito metido e com pouco mais de treze anos já ía aos bailes promovidos por uma entidade filantrópica daqui de Mossoró denominada de Luízas de Marilac, da qual fazia parte minhas tias Maria Lúcia e Corália Escóssia, e realizavam suas tertúlias (ai novo!) às quintas feiras no Clube Ipiranga. Eu louco para me dar bem com uma dama daquelas frequentadoras, ficavam subindo nas paredes e criando coragem para abordar alguma dama e chamar para dançar. Só que eu só tinha pouco mais de treze anos e aí, já viu, né? Complicadíssimo pro meu lado. Ficava olhando para as frequentadoras, que geralmente eram balzaqueanas, até que um dia uma ficou me encarando e eu na minha ingenuidade achei que ela queria um namoro comigo e me dirigi à sua mesa e a convidei para dançar e como resposta tive ess desaforo: Não danço com criança! Imediatamente respostei: Desculpe-me, não sabia que a senhora estava grávida! Virei-me de costas e sai triunfante!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
VOLTO OUTRO DIA
Seu Quinto, ex-empregado dos Correios, avô do colega Dr. Ramirez, de certa feita chega ao dentista, Dr. Edson Duarte, na época ali, vizinho ao Cine Cid, que era bem stressado, e sentindo o odor do álcool exalado por Quinto, vai logo dizendo: Não atendo bêbado, não! Quinto responde: Tem nada não, quando você melhorar, eu volto!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
OUTRO ESCAFANDRO
A Garcia Jóias foi assaltada e roubada por diversas vezes. Num desses roubos, a polícia acionada, chega fazendo a maior algazarra, interditando o trânsito, refletores ligados e a porra toda! Daí, ia passando um bêbado dizendo que foi ele quem roubou a joalheria e que não dizia nem a pau aonde estavam as jóias. Imediatamente, a polícia o recolheu levando-o para uma "quebrada" e lá colocaram-no dentro de um tonel largo cheio de água e seguro pelos cabelos, um policial mergulhava-o e dizia: Diga aonde estão as jóias, cabra! Dê conta das jóias! E quando o bêbado já quase sem fôlego, levantava-no para respirar e, em seguida mergulhavam-no novamente e assim sucessivamente, até quando o bêbado já sem entender mais nada e já sem condições físicas para suportar aquela tortura, saiu com essa: Ei, seu guarda, bote outro mergulhador que eu num tô encontrando essas jóias, não!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
MEIO A MEIO
Tendo uma conta já considerada perdida, Pedro Leão procurou um cobrador que fosse mesmo uma "fera", para receber a dívida do caloteiro. Indicaram-lhe uma pessoa de nome Panã, que cheguei a conhecer. Tiveram um entendimento preliminar, Pedro e Panã, quando o primeiro disse ao segundo, que recebendo o débito, este seria dividido meio a meio, para ambos. O incansável cobrador se dirigiu a casa do salafrário por inúmeras vezes e em todas estas, suas tentativas restaram infrutíferas. Cansando, Panã propôs ao devedor lhe pagar a metade, o que foi aceito pelo mesmo. Deu baixa na ficha e foi a Pedro Leão e lá chegando entregou a ficha a este e lhe disse: Pronto, seu Pedro, a minha parte eu já recebi, agora receba a sua! Pode um negócio desses?
terça-feira, 29 de junho de 2010
SAPO
Tozinho Toscano é conhecido por sua verve e espirituosidade. Chamado por Josué, a vir a Mossoró (De onde escrevo), disse ele: Vô não, Josué, lá eu tô como sapo! Desnorteado, Josué lhe indaga o porque da comparação, ao que ele responde: Sapo não morde, não azunha, não arranha, não tem veneno, não faz mal a ninguém, mas, mesmo assim todo mundo tem nojo dele!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
EXAGERO
Quando George Wagner, meu cunhado, era reporter policial da Rádio Difusora de Mossoró, foi cobrir uma briga acontecida no alto do louvor (art noveau), onde uma pessoa deu várias facadas em outra. Ao descer do carro, George foi logo interpelando uma senhora que se encontrava por perto: A senhora viu o fato? Resposta da senhora: Não, meu senhor, num caiu os "fato", não!
terça-feira, 22 de junho de 2010
AI É OUTRA COISA!
Como já falei, anteriormente, não sei o porque de gente ignorante se meter em tudo sem saber de porra nenhuma! Estavamos conversando sobre determinado assunto, quando alguém falou algo que nada tinha a haver com a conversa, quando de repente o Neguinho que lava carro alí na praça da Redenção exclamou: Ai, já é outro apartamento!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
DE ADMIRAR
Meu circunvizinho, Raimundo Tito, que já foi o representante da Coca Cola na cidade de Apodí, sua terra natal, é uma pessoa hiper espirituosa, engraçada e de trejeitos bem "matutão". Estando em sua casa, recebeu um telefonema de uma operadora de cartão de crédito, aonde uma operadora de telemarketing tentava lhe desdobrar com aquele xaveco e, empurrar-lhe goela abaixo um dito cartão de crédito, desses da vida. Dizia a moça que o cartão trazia muitos benefícios, pois a pessoa podia fazer compras e pagar com até 40 dias e blá, blá, blá, blá, e blá...Quando ela terminou de apresentar as vantagens do cartão de crédito, dizendo a ele o quanto era bom ser possuidor de um deles e lhe perguntou se ele ia querer, ele calmamente e com a voz bem arrastada e caipira, disse a operadora de telemarketing: Me admira muito, uma coisa tão boa dessas e a senhora não ficar pra senhora e querer me dar! Pode ficar pra você? Em seguida desligou o telefone e caiu na risada!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
LOMBRA
Meu pai quando trabalhava em Areia Branca, nutria certa aproximação com o Dr. Chico Costa, com quem tomava todas. Dia seguinte após uma bebedeira, esperando o transporte para viajar à Mossoró, com a esposa, cujo nome nome não recordo, todos tomando café em um botequim, ele, Dr. Chico Costa de saudosa memória, pede uma cerveja bem geladinha, quando sua esposa intervém e lhe diz: Homi, vai tomar uma cerveja essa hora? Tome um guaraná que é muito mais gostoso! Ele: Eu sei, mas, guaraná não lombra! Bebia porque gostava do efeito e não do gosto!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
PERALTICE INSANA
Quando éramos garotos, só andavamos juntos, eu e Sérgio Miranda, meu Erasmo Carlos (amigo de fé, meu irmão, camarada!) e, redondamente enganada, D. Marieta Miranda, mãe de seu Genildo Miranda de gratas recordações, e consequentemente, avó de Sérgio, achava que eu é que o colocava na "perdição", quando em verdade era o contrário! Por essa equivocada posição, ela passou a nutrir uns sentimentos aversos a minha pessoa, chegando a uma certa altura de nossa convivência e dado a sua senilidade, a ter "ódio" de mim. Mas, mesmo assim eu não deixava de andar na casa dos referidos que residiam todos juntos. Era meio dia e eu já corria para a casa de Sérgio para a gente ir jogar bola, ir ao centro ou qualquer outra atividade. Lá chegando, bati na porta e ela quem atendeu e ao me avistar foi logo dizendo bem aborrecida: SÉRGINHO NUM TÁ NÃO! Eu, sem medir as consequências e usando de minha espirituosidade para o mal, disse: EU SEI, D. MARIETA, EU SÓ VIM AVISAR QUE ELE FOI ATROPELADO ALÍ NA ESQUINA! A véia caiu dura e seca no chão e eu aperreado, fiquei tentado desfazer a brincadeira dizendo que era mentira e quase mato a avó do meu melhor amigo!
terça-feira, 8 de junho de 2010
SEM COMENTÁRIOS
No ano de 1976, ingressei na Faculdade de Educação Física da então, Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte,-FURRN, juntamente com Caristia, Serrano, Jorge Moura, Luiz Caldas, Luiz Carlos, Luiz Marcos, Desudedith Couto, dentre outros. Todos jovens e empolgados com o curso que iríamos encontrar pela frente. No primeiro dia de atividade física, chega Josué Benevides, o popular Dél, esposo de Sandra, filha de Raimundo Cizenando, da Di Ron Pop, com um atestato médico para ser dispensado das atividades física! Pode uma coisa dessas? O sujeiro passar no vestibular para Educação Física e querer ser dispensado das atividades físicas! Nunca vi tamanho disparate!
segunda-feira, 7 de junho de 2010
NUM SOU LOUCO!
As poucas mulheres que conviveram comigo reclamaram de minha falta de romantismo. E elas tinham e tem razão, talvez eu seja um caso de psicanalise! Bem, mas, fato é que me encontrava aguardando o começo da sessão noturna do Cine Cid, com minha ex-esposa, alí na balaustrada quando vimos um casal bem romântico sentado em um banco da praça aos beijos mais "calientes" possíveis, quando minha ex-esposa me chama a atenção dizendo: Tá vendo? Faça a mesma coisa! Eu: Tá doida? Se eu der um beijo na namorada do cara ele vai me dar um murro!
sábado, 5 de junho de 2010
CARROÇA, NEM PENSAR!
Recarregava os cartuchos de minhas impressoras com um rapaz de nome Marquinhos, muito solícito e simpático, que me atendia no próprio escritório. Outro dia, o dito cujo me procurou dizendo que vinha de um culto evangélico ocorrido na vizinha cidade de Baraúna, já noite alta, estrada sem nenhuma sinalização, quando ao transpor uma curva bateu em uma carroça que só a observou no momento da batida. O carro bateu apenas na ponta traseira da carroça e a mesma se desmanchou toda, causando um barulho parecido com um estouro de uma bomba. Na carroça vinha algumas pessoas e era puxada por um burro mulo. Após o acidente, Marquinhos deu toda a assistência necessária, mas, mesmo assim foi chamado a delegacia numa tentativa de uma composição amigável dos danos materiais, já que todos escaparam sem graves enfermidades. Sem entender, Marquinhos viu o proprietário da carroça exigir uma carroça nova e um burro mulo para puxa-la. Intrigado, ele argumentou que o burro não havia morrido e nem tão pouco sofrido alguma lesão. Quando, então, o dono da carroça explicou que aquele burro não servia mais para puxar carroça, pois quando via uma carroça começava a dar coices ao vento e saia em disparada! O bichinho ficou traumatizado!
quinta-feira, 3 de junho de 2010
TROCA SEM FUTURO
Quando a minha ex-esposa completou quarenta anos, um amigo me propôs trocá-la por duas de vinte. Indignado, eu lhe perguntei: E tem quem receba a velha?
segunda-feira, 31 de maio de 2010
NÃO SE META!
Como treinador da AABB de Mossoró, participei de uma seletiva nacional em Fortaleza, com uma equipe adulta feminino. Esta competição era dirigida para funcionários e dependentes, além dos contínuos e menores estagiários que à época existiam. As equipes de outros centros contratavam como estagiários atletas de alto nível para colocá-los na competição. Só Mossoró, querendo ser muito honesta, não colocava. Em meio a um jogo em que estávamos levando uma "pêia" da equipe de João Pessoa, os funcionários-atletas de outras modalidades, que estavam assistindo a partida, ficaram particamente todos atrás do banco de reservas, em que me encontrava. Ditê (Ricardo Guilherme) vendo aquele massacre, não se conteve e gritando me disse: Peça tempo, homi! Eu bem calmo, respondi-lhe: Fique frio, Ditê! Se eu pedir tempo, vai só atrasar meu almoço! Num adianta nada!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
ARROCHO NOS PEITOS
Quando atendia alí na rua Santos Dumont, na Farmácia São Miguel, Galba recebeu a visita de uma senhora que se queixava de um forte arrocho nos peitos. Depois de fazer os exames preliminares, como pressão e outros procedimentos, e verificar que a senhora nada tinha, disse a mesma: Vá alí naquela sala e afrouxe o sutiã!
OPÇÕES
Quando postulou o cargo de vice prefeito de Mossoró, na chapa com Fafá Rosado, Galba Silveira, como sempre muito espirituoso e brincalhão, passou a fazer o seguinte pedido aos eleitores, especialmente aos amigos: Amigo, vou lhe pedir duas coisas, mas, basta me dar uma. Eu "tô" pedindo o seu cú ou seu voto, você quem escolhe! E ainda teve gente que preferiu a primeira opção!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
OUTRA DO DESEMBARGADOR AMIGO
Durante a ação global, realizada na semana que passou, estive com o Desembargador amigo, Dr. Francisco Saraiva, que me contou uma situação interessante ocorrida por ocasião de um júri popular em que se julgava uma parteira que havia cometido um aborto e a "paciente" havia falecido juntamente com o rebento. Findado os debates, o Tenente Formiga recolhe, a mando do juiz, a Ré para a uma sala especial. Terminada a votação, chega o tenente tomado pela emoção, em meio ao tumulto e, pergunta ao Juiz, que à época era o Dr. Saraiva: A Ré, volta? Tendo Dr. Saraiva respondido na bucha: REVOLTA!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
AGRADECIDO
Essa me foi contada por Gilberto Jorge de Araújo, funcionário graduado da Finasa, que é nativo de Caicó. O rude sapateiro Batista era por demais conhecido por seu talento desenvolvido em seu ofício. Ele tinha uma consideração muito grande por D. Francisquinha, uma vizinha solteira e educada na mais tradicional educação seridoense, que sempre lhe fornecia água potável, café e até mesmo alguma refeição, além de inúmeros favores. Tendo ela, perdido um tamanco no acompanhamento à procissão de Santana, padroeira daquela desenvolvida cidade, muito chateada, vez que tinha comprado o calçado, especialmente, para o evento maior da cidade de Caicó e, agora só com um pé, procurou Seu Batista, pois lhe informaram que ele faria um outro igualzinho. Feito o serviço, idêntico, ela ficou radiante e muito satisfeita com o serviço do vizinho, Batista sapateiro. Ainda em estado de graça indagou a Seu Batista quanto era o serviço e teve como resposta: Vá tomar no cú, D. Francisquinha, você acha que eu vou lhe cobrar uma coisa dessas....!!!! Tenho impressão que essa resposta acabou com todo o entusiasmo da "véia"!
sábado, 22 de maio de 2010
CAVAQUISTA
As pessoas que gozaram da convivência amena com o saudoso e espirituoso Carlito Lima, contam que ele era por demais "cavaquista", o que Mução batizou de "popeiro"! A pessoa que "pega ar"! Entenderam? Bem, ele com tudo estava se incomodando e nada deixava passar em branco. Trabalhava, ele Carlito, no Banco de Mossoró, tendo como colega a pessoa de Antonio Menezes do Monte, que sabendo dessa sua faceta, procurava sempre inventar uma, na presença de Carlito, para ver esse seu lado espirituoso e cavaquista. No dia do pagamento do salário, Antonio Menezes pediu ao caixa que lhe pagasse com notas miúdas e, como o pagamento era feito alí mesmo no banco, se aproximou do birô de Carlito e ficou "socando" as cédulas na carteira e imprensando-a sobre o móvel, dizendo: Fecha, você fecha, que eu sei, seu diabo! Carlito, olhando de soslaio, diz em voz alta: Pague as contas que ela fecha!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
POBRE NÃO PODE NADA
Ainda não me referi ao saudoso Joca Bruno, antigo tabelião do quarto cartório, desta cidade amada por todos. Por lei, o escrivão tem a obrigação de rejeitar registros civis com nome, sobrenomes e prenomes que possam constranger o registrado no futuro. E assim procedia Joca! Quando achava um nome estranho perguntava logo o porque daquele nome. Preliminarmente, conto a passagem de quando fui registrar André, meu filho que tem o nome familiar materno, Santa Rosa e, ele me perguntando o porque deste sobrenome eu lhe respondi perguntando: E porque Joca Bruno? Ele riu e fez o registro. Bem, lá chegou um cidadão querendo registrar o filho com o nome de Antonio Cachorro da Silva, ao que Joca logo rejeitou dizendo que isso era um absurdo pois não se podia admitir que pessoas colocassem o nome de animais em pessoas, dentre outras razões aventadas. Daí, o sujeito lhe diz: Num pode eu, que sou pobre, mas os ricos podem, pois conheço Rutilo Coelho, Raposo Tavares, Jarbas Passarinho, Heloisa Leão, Antonio Formiga.... Não me pergunte se Joca consentiu o registro, pois não sei o resultado dessa "parada".
PENITÊNCIA
Essa é apenas para registar a personalidade hilária de D. Joana Leite, da qual já contei um "causo". Sendo adepta de uma tradição do povo mais antigo e religioso, que é a promessa aos santos, D. Joana sempre estava aprontando das suas com os "coitados" dos canonizados. Fez uma promessa a uma santo, que se alcançasse à graça iria brincar o carnaval no Recife! Ô penitência!
quarta-feira, 19 de maio de 2010
PRESEPEIRO
O saudoso José Câncio de Souza, pai do amigo Fred Câncio, que há anos reside em Natal, era por demais presepeiro, em que pese a seriedade em seu labor e, não perdia a oportunidade de aprontar das suas, na Mossoró "das antigas". De certa feita, em uma luta de boxe entre dois forasteiros num circo armado na cidade, mandou untar com pimentas os calções dos lutadores e estes não conseguiram terminar a luta pela via normal. Isso sem falar na água com lactopurga que mandou dar ao ciclista Chico Lopes, o mesmo que tempos depois fez a música em homenagem a contora de forró Eliane (Eu sou seu fã), que pretendia passar quatro dias pedalando na praça do Pax e meia hora depois desceu da bicicleta correndo à procura de uma privada! Bem, ele era também um aficcionado pelas belezas da praia do Tibau, como se chamava antigamente e lá fez amizade com Julimar Ramos, um agente do Instituto Brasileiro do Sal, que era casado com uma moça de nome Alzenir, de lá daquela praia. Seguinte: Carnaval se aproximando, Julimar louco para fugir das responsabiidades de dono de casa, resolveu bolar um plano para brincar o carnaval longe da família, pois não queria passar em Tibau que naquela época tinha ainda menos atrativos do que hoje. Este disse a José Câncio que logo no sábado gordo mandasse um telegrama para ele, dizendo que necessitavam da presença dele em Mossoró, por que tinham chegado uns diretores do IBS e iam realizar umas reuniões durante o período Momesco. Tudo combinado, Julimar alerta a esposa dessa possibilidade, "bastante chateado", pois não queria trabalhar em pleno período que guardara para descansar com à família em Tibau e tal... Julimar num pé e noutro, à espera do bendito, quando chega uma pessoa com o telegrama e o entrega na presença de sua esposa. Ele já se lamentando, lê o telegrama: Julimar, os diretores do IBS não vêm mais, portanto, desnecessário sua presença! Decepcionado, contam que ele ainda teve que "vibrar" com a notícia...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
O SABIDO SE DEU MAL
O Sr. Genésio Xavier de Medeiros, sogro de Flávio Gurgel do Restaurante Travessia, era dono de uma venda que mais parecia uma feira de magaio. Seu empório ficava próximo a uma barragem, que hoje tem seu nome, sobre o Rio Mossoró, onde muitos utilizavam-na como balneário para uma boa diversão. Sem dinheiro no bolso e querendo tomar mais que uma dose de cana, um rapaz tentou passar a perna no velho Genésio. Ele chega no balcão com um trocado equivalente a uma dose da branquinha e o entrega ao Sr. Genésio dizendo: -Seu Genésio! Eu vim pagar aquela dose que tomei e deixei fiado, outro dia. Seu Genésio agradece, pega o dinheiro e o guarda na caixa. O rapaz então continua: - Sabe, Seu Genésio, queria saber se o senhor poderia me fvender fiado uma garrafa de cachaça? Seu Genésio prontamente responde: - Dá não, meu filho! Eu já tinha até esquecido dessa dose que você veio me pagar.
sábado, 15 de maio de 2010
ENGANOU O SANTO
D. Joana Leite, esposa de Pedro Leite, ambos de saudosa memória, que residia vizinho à minha casa à época e, era mãe de Jader Leite, antigo funcionário do Banco do Brasil, fez uma promessa e vaticinou para todos, que se alcançasse à graça, iria de joelhos de sua residência até a Igreja do Alto da Conceição. Para sua surpresa, alcançou à graça! Como já era uma senhora de idade um pouco avançada e bem adoentada, ficou deprimida por vários dias, sem saber o que fazer diante da situação que ela mesmo dera causa. De repente teve uma feliz idéia e mandou chamar um "carro de praça", mandou o motorista tirar o banco da frente, se ajoelhou e disse: Agora vamos até a Igreja do Alto da Conceição pagar uma promessa!
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